Gendercare Gender Clinic

O diagnóstico e avaliação de variância de gênero pela Gendercare, através da internet é confiável?

Dizemos seguramente que

SIM!

O Primeiro Passo: A consulta de "anamnese" ou como você nos conta a história de sua vida e seus problemas


Nós começamos sempre o diagnóstico com a consulta de anamnese através de emails. Através de emails podemos conhecer seus sentimentos, seus sofrimentos e sua história geral.... desde sua gestação, passando detalhadamente por sua primeira infancia.... até hoje.

Esses emails são seguros?

Nada na rede é 100% seguro....aliás, nada na vida é 100% seguro....
A insegurança aumenta na rede pelo interesse, se existe dinheiro ou poder envolvidos... e quando se disponibiliza publicamente os emails, que podem ser usados para spam e por hackers para distribuição de virus.
No nosso caso, você nunca nos paga nada por email, nunca expõe senhas ou números de cartão por emails, e nossas comunicações clínicas, todas elas, se dão por emails não divulgados, alguns que nem você vai conhecer, e outros que deixamos apenas nossos clientes conhecere.
Assim, nossa comunicação é suficientemente segura, não havendo qualquer tipo de divulgação do que nos passar, em nenhum sentido. Para nossos fins, cremos que a segurança para este tipo de serviço está bem estruturada.

Não seriam melhores entrevistas "presenciais", onde se poderia teu um contato humano mais próximo?

Sim e Não. Para uma avaliação médica, o contato com o paciente é essencial. Para uma avaliação psíquica, ver o paciente e ter esse contato também é essencial.Mas para uma avaliação de de problemas como variâncias de gênero, que podem levar a uma disforia de gênero - um mal estar com sua condição existencial de gênero - ou mesmo a uma situação de intergênero, NÃO SE DEVE CONHECER O PACIENTE, e principalmente em nenhuma circunstância se deve VÊ-LO.
Porque não?
Ver o paciente é uma faca de dois gumes. Aproxima mais e dá um maior calor humano para o contato, mas certamente estimula que interferências nocivas para a avaliação tenham a oportunidade de se manifestar. O fato de vermos o paciente, como se mostra, como se apresenta e como se veste, ao contrário do que muitos imaginam, ATRAPALHA A AVALIAÇÃO E O DIAGNÓSTICO. A maior dificuldade na avaliação de variâncias de gênero, advém da presença, do contato e da influência do avaliador sobre o avaliado. O avaliado se encontra sempre numa situação de dependência e em princípio deve poder ser influenciado. Essa influência do terapeuta, suas idéias, suas posições ideológicas, pode ser extremamente danosa nessa avaliação. O terapeuta de gênero - seja médico, psicólogo, psiquiatra, sexólogo ou assistente social - precisa descobrir a realidade do paciente, e vendo-o, passa a deixar que sua realidade pessoal, suas crenças, sua religião, seu ponto de vista político e ideológico, ou sua linha de pesquisa e de desenvolvimento profissional - interfiram no juízo e finalmente na avaliação.
Vendo o paciente, a imagem externa do paciente impressiona, quando o terapeuta não deveria se deixar impressionar - mas essa impressão instantânea e progressiva, faz parte de nossa natureza, não a podemos evitar - nem podemos deixar de reagir a ela - e assim o fato de ver-se a aparência do paciente faz com que o terapeuta desvie-se e eixe de conhecer a realidade íntima do paciente.
Por exemplo, um paciente que se sente uma mulher e é muito peludo... se mostra peludo, desengonçado....abrutalhado. Essa aparência externa vai impressionar o terapeuta e poderá afetar o bom juízo sobre a realidade vivida pela paciente, que em sua auto-percepção pode se sentir uma mulher.
Muitos grupos de "avaliadores" presenciais, mesmo em "equipes multidisciplinares", quando avaliam casos MtF-do masculino para o feminino, só aceitam pessoas extremamente afeminadas, com o estereótipo efeminado na avaliação. Isso é um erro, por isso a avaliação pela internet é a melhor avaliação, porque não vemos o paciente, e não nos deixamos impressionar por sua aparência, mas o avaliamos por como ele é em sua realidade íntima, apenas.
O que nos interessa é conhecer a realidade do paciente, e essa ele mostra se recordando e escrevendo, em sua solidão. Nossa presença apenas perturbaria essa memória, que precisa de solidão, muitas vezes, para se descortinar.
Nossa presença perturba o paciente, e a presença dele nos perturba.
A presença de um terceiro seria mais uma perturbação, que um aconchego... não é hora de aconchego, é hora de um duro exercício de memória e de instropecção.

Depois da avaliação, se for o caso, poderemos vir a conhecer seu rosto, seus cabelos, seu corpo, por intermédio de fotos ou vídeos ... que nos darão as informações que precisaremos para poder ajudar.

Segundo Passo: Os testes de identidade online. Qual o valor dos testes online?

Seguramente têm muito valor SIM!

Porque pela rede, na hora de responder um teste, você estará mais uma vez só, com seus sentimentos, memórias....com sua história. Não haverá ninguém para falar, orientar, atrapalhar, influenciar... o teste pela rede é o teste ideal.... você está só, se sente só... e pode usufruir dessa solidão para lembrar-se de todos os aspectos requeridos pelo teste.
Por outro lado, você, pagando um teste, não vai se distrair e muito menos brincar com o teste...

A qualquer momento, e a qualquer dúvida, poderá parar o teste e acessá-lo de novo depois, se se sentir perturbado ou despreparado...ou se houverem dúvidas que precisará tirar conosco.
Nenhum de nossos testes exige contagem de tempo, ou limitação de tempo. Eles exigem introspecção....e memória.

Nossos testes foram desenvolvidos ao longo de 2001, através de milhares de respostas....hoje já temos mais de uma dúzia de milhares de respostas nos testes preliminares gratuitos, e centenas nos testes clínicos pagos.
(esses testes foram validados em 2001, através de milhares de respostas obtidas pela rede.)

O que os testes MFX e FMX da Gendercare avalíam?

Sua Identidade de Genero, estudando a dinâmica de sua formação. Sugerimos que os visitantes que entendem o português que leiam 3 artigos importantes, se possível na ordem em que aqui apresentamos: Artigo 1; Artigo 2 e Artigo 3.
Mais precisamente sobre a parte técnica dos testes e sua conceituação científica, temos um MUITO IMPORTANTE artigo em inglês.


Através de 4 escalas principais, estudamos suas respostas - suas respostas através de um programa criado por nós calcula uma série temporal de dados que plotamos em seu relatório como "trajetórias" para cada uma das 4 escalas - para a primeira escala que chamamos de "gênero inesperado", além da série temporal e da trajetória calculamos e plotamos seu Espaço de Fase e seu Return Plot Portrait - e descobrimos coisas internas dentro de você, como a maneira típica ou atípica em que se desenvolveu sua identidade de gênero.

As 4 escalas são as seguintes:
Escala de Genero Inesperado , quando podemos ver suas tendencias internas masculinas ou femininas, desde sua primera infância, quantificando essas tendências e as analisando como uma série temporal num Espaço de Gênero* g;

Escala de Disforia de Genero - que expressa sua insatisfação com sua situação de gênero e auxilia no diagnostico diferencial entre transsexualismo, transgenderismo (travestismo) e crossdressing - de onde podemos descobrir até que profundidade a feminidade ou a masculinidade inesperada atingiu a vida do(a) paciente, o que nos dá pistas também de como ela surgiu;

Escala da Orientação Sexual , onde descubrimos que classe de gente você ama mais, e como essa tendencia se desenvolveu na sua maneira de "gostar";

Escala da Ação Sexual - que mostra o que você gosta de fazer na cama com alguém, fazendo o papel activo, passivo, ambos ou nenhum - ... onde queremos entender suas tendencias de ação sexual.

Estudamos essas escalas, de una maneira progressiva, com seu desenvolvimento da idade e da vida.
Como se pode ver, con esses testes podemos descobrir sua identidade de genero, e como ela se desenvolveu, mas não sabemos nada sobre o porque dela ter se desenvolvido, principalmente quando se desenvolve em discordância com a conformação genital, ou quando se desestabiliza totalmente, ou mesmo se estabiliza numa posição intermediaria como um caso de intergênero.

Como poderíamos descobrir porque você tem uma variância de gênero?

Para responder a esa pergunta, necessitaremos responder primeiro outra:

Será que você não poderá ter algum problema mental? E esse problema não pode ter gerado essa sensação existencial de inadequação de gênero?

Como podemos estar seguros que você tem apenas uma disforia de gênero e não esse sentimento de inadequação e outros problemas derivados ou causadores desse sentimento?

Utilizamos 2 testes de "peneiramento" (screening) psiquiátrico online principais: O inventario MMPI em sua versão original e o teste PdQ4 que se baseia em entrevistas propostas pela norma norte-americana DSM-IV (o último adaptado por nós para casos de variâncias de gênero).

Terceiro e Último Passo: O "peneiramento" psicológico para pessoas com disforias de gênero


O MMPI é o inventario de personalidade mais reconhecido no mundo, e é usado pela maioria dos centros de avaliação de identidade, não só nos casos de problemas de disforias de gênero, mas inclusive nestes.
Por outro lado, o PdQ4 é um questionário psiquiátrico dirigido padrão com base nas normas DSM-IV excelente, desenvolvido há uns 20 anos, com bons resultados.

Se você não tem problemas mentais... de onde surgiu sua disforia de gênero?

Se nossos testes MFX ou FMX indicam que você tem uma disforia de gênero do tipo transexual, e você não apresenta sintomas de ter um problema mental do qual essa disforia possa ter derivado, então você sofre do que Dra.Waleria Torres, MS, PhD; Dra. Dorina Epps Quaglia, MD, PsyD, PhD; Dr. Jalma Jurado, MD, PhD e Dr. Julio Cezar Meirelles Gomes, MD definieam em 1998 como uma neurodiscordancia de genero ... quando sua organização neural basal no seu cérebro, se encontra em desarmonia com relação à diferenciação de seus genitais. Esses sistemas neurais basais se diferenciam, quanto ao gênero, nos dois terços finais da gestação, e encontram-se determinados por ocasião do nascimento humano (e nos outros primatas próximos dos humanos). Como não se pode modificar os microcircuitos basais do cérebro, só nos resta, para promover a harmonia necessária à pessoa humana, a adequação dos genitais e de caracteres secundários do corpo.

Se os testes mostram uma situação de disforia do tipo transgênero (ou travesti), e você não tem um problema mental que possa explicá-lo, então provavelmente a origem da situação foi um trauma precoce e profundo, na primeira infância, geralmente determinado na relação mãe e filho - muitas vezes pela rejeição do filho pela mãe - devido às mais variadas situações.
Esses traumas profundos demais são por si mesmos insolúveis, podendo-se conhecê-los, descobrí-los, esclarecê-los... mas não podemos alterar sua consequências. Neste caso, a pessoa deve ser ajudada por nós a encontrar seu espaço como transgênero, adaptando seu corpo à realidade de sua história, sendo que sempre procuramos determinar caminhos mais felizes, e os menos sofridos possíveis para as vítimas.

Se nossos testes evidenciam um caso de disforia do tipo CD-crossdresser, e não existem problemas mentais que o expliquem, então a causa provável é também um trauma, não tão profundo... não tão precoce.... derivado de um abuso...abuso sexual....problemas com pais ou irmãos. Nestes casos procuramos encontrar a raiz do trauma, e orientar o paciente dos possíveis rumos a seguir. Se solicitado pelo paciente, podemos procurar eliminar as consequências do trauma, o que nem sempre é possível - e para isso precisará de terapia presencial local -, e nem sempre é desejado pelo paciente. Cada caso é um caso, e seguimos os anseios do paciente, ajudando-o na medida do possível, para que se encontre e se compreenda plenamente.

O diagnóstico da Gendercare custa muito caro?


Custa muito menos do que meses ou anos de "terapia"... e é um método preciso, direto, que rapidamente descobre quem você é, como se desenvolveu, e na maioria das vezes, porque.

Depois do diagnóstico, o que podemos fazer por você?


Caso se mostre necessário, podemos orientar sua hormonioterapia e transição. A orientação é nossa, através de consultas mensais, mas contamos sempre com recursos locais, como laboratório de análises, clínicos locais, etc..

Se seu problema derivar de um forte trauma, poderemos encaminhá-lo a um recurso local de terapia cognitiva, ou como preferimos na maioria dos casos, arte terapia, ou terapia ocupacional... ou seja, recursos locais que enfatizem a recomposição e reconstrução de um inconsciente ferido.

Existe a necessidade obrigatória de mais dois anos de terapia para a liberação de uma cirurgia SRS?

Como membros titulares da HBIGDA podemos dizer que Não necessariamente
....tudo vai depender de seu corpo, de sua idade, de sua história.

Se você é um transexual MtF ou FtM, o(a) ajudaremos a encontrar as melhores soluções tecnológicas e estratégicas para você... orientamos tudo, em todos os detalhes....cirurgias, tratamentos...

Para cirurgias SRS MtF, referenciamos, com nossas "referral letters" cirurgiões de todas as partes do mundo, mas geralmente sugerimos o Dr.Kamol ou mesmo Preecha ou Kunaporn --- eles têm, a melhor técnica SRS MtF do mundo, para jovens à partir de 16 anos e mulheres jovens, até uns 40 anos. Os preços são bem mais acessíveis que os dos USA, Canada e Europa.... mas são caros para brasileiros - para brasileiros, latino americanos e pessoas em maiores dificuldades financeiras, que são muitas, sugerimos o Dr.Kamol - excelente e não tão caro.
No Brasil, temos o Dr.Jurado, que tem uma técnica excelente que indicamos para mulheres maduras, com mais de 45...50 anos. É superior aos USA, Europa e Tailandia, para essa faixa de idade, na nossa opinião.

Para rapazes transexuais FtM, referendamos cirurgias de mastectomia, por incisão peri-areolar, lipoaspiração simples, incisão em T ou incisão bilateral... quando necessário, histerectomia, ovariectomia completa... e depois cirurgia SRS, hoje inexistente no Brasil, de metoidioplastia com vaginectomia (soltura e externalização dos corpos internos do clitoris, formando um micropenis erétil, orgásmico e plenamente sensível). Os grandes resultados dessa técnica têm sido obtidos nos USA pelo Dr.Meltzer, e no Canadá pelo Dr.Menard.
Existem outras técnicas para formação de um neofalo, de maior volume, mas de funcionalidade muito prejudicada. Não recomendamos.

Podemos emitir "referral letters" para qualquer cirurgião do mundo, a critério do paciente.

Decida-se Já!

Comece seu diagnostico e tratamento!

Em um par de meses você pode ser diagnosticado seguramente, sobre qualquier classe de disforia de genero.

Não perca mais tempo! Comece já! Veja nossos Preços para o Brasil e Preços para Portugal, Angola e outros países de língua portuguesa .... fora do Brasil aceitamos todos os cartões de crédito internacionais pelo Clickbank e Paypal. Você também pode nos pagar através de remessas pela Western Union!
Nossos preços se determinam em US$, e pode-se pagar em moeda local ....o Clickbank calcula o cambio e recebemos em US$.

Existimos para procurar ajudá-lo(a).


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