Gendercare Gender Clinic


Gender Variant Conditions - GVC

as EXTREME EVENTS

in a space of GENDER SELF-PERCEPTION DIVERSITY.


Dr.Torres,MSc,PhD
Gendercare Gender Clinic


We understand the various GVC as a fractal distribution of diverse conditions for gender self-perception development, as we show in all our papers and manifestations.
Inside that diversity of GVC, we define two main movements: TRANS and INTER movements.
TRANS movements include conditions as "normals", "transvestites or crossdressers", "transgenders", "and the most extreme condition as transsexuals".
At the 20th HBIGDA (sice January 2009 on WPATH) Biannual Symposium held in Chicago - 2007, Dr.Torres, MSc, PhD from Gendercare presented an explanation in plenary session, about GVC as extreme events - when she showed the "fractal type" power spectrum of gender self-perception development, a system that shows extreme events as Transsex and even Transgender conditions.

Unfortunately, the abstract of that presentation, up ultil now was not published by that WPATH society - but the full text is presented for free download by Gendercare website - in English and in Portuguese.

Now, we would like to ask you to CLICK HERE and access the proceedings of the:

XE: Extreme Events
Developing a Research Agenda for the 21st Century

A Framework for Organizing, Integrating and Ensuring the Public Value of Research


That Agenda proposes the Up to Date scientific position to study and research ALL NATURAL DEELOPMENTS THAT HAVE EXTREME EVENTS, which systems are complex, most of the time UNPREDICTABLE, and that may happen in not expected ways - AS ARE TRANS situations in gender self-perception.

As the weather, as hurricanes, forest natural fires, earthquakes and much of natural developments that show a chaotic and fractal pattern, also GVC show that same pattern (as Dr.Torres showed in Chicago - 2007), so we need to use and develop new methods of analysis to develop knowledge - and science - about them.




Em Portugues:

Dra.Torres e a Gendercare têm procurado mostrar que novos conceitos científicos têm que ser levados em consideração ao se estudar como se desenvolve a auto-percepção de gênero.
É um processo complexo, que envolve a genética, os hormonios, as configurações basais do cérebro, e toda a vida, as repressões intimas, as opressões do meio - um processo tão complexo que não pode ser estudado de forma simplista a partir de teoriazinhas antigas do século XIX desenvolvidas em psicologia.
Hoje se sabe que em psicologia como em psiquiatria, não se consegue desenvolver terapias que realmente influenciem a auto-percepção do gênero, incrustrada em partes basais do cérebro, e que promove desenvolvimentos totalmente imprevisíveis e absolutamnte inesperados.

Mais modernamente se percebeu - como mostrei em Chicago 2007 - que a distribuição no espectro de frequencias da auto-percepção de gênero, a distribuição é fractal - como um processo natural - e não normal.

O sistema é regido - em sua complexidade - não só pelo cérebro, mas por uma gama de variáveis que levam a essa fractalidade - o que é alvissareiro, pois assim nos permite seu estudo como um sistema fractal que naturalmente gera EVENTOS EXTREMOS.

No processo TRANS de auto-percepção - onde a gradação varia desde uma leve auto-percepção crossdresser até a auto-percepção plenamente transexual (um evento extremo), podemos então estudar esse sstema como um todo, avaliando matematicamnte suas distribuições.

Isso fazemos na Gendercare desde 2002/2003. Algo inédito no mundo, nessa área da sexologia e terapia de gênero.

Dra.Torres tentou desenvolver esse enfoque em 2003 como uma tese de doutorado em psicologia na PUC do RIO - mas foi sumariamente excluida por Dra.Therezinha Mendes Carneiro - pelo embasamento teórico etrar em choque com os critérios daquela instituição - a diretora alegou que não teriam um profissional qualificado para orientá-la. Provavelmente não teriam mesmo.

Mas agora, vemos essa AGENDA - em ingles - para se estudar em detalhes os eventos extremos - algo que na área da sexologia viemos desenvolvendo conhecimento inédito na Gendercare nos ultimos anos - inclusive desenvolvendo métodos de quantificação de condições de diferenmtes situações num sistema fractal como o do desenvolvimento natural da auto-percepção de gênero. Vejam e leiam o link - é fundamental para quem queira fazer ciencia em sexologia, no século 21.

Obrigada.