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PRIMEIRA ACAO: DIAGNOSTICO EM 4 PASSOS

  • anamnesis Caption here

    PRIMEIRO PASSO: A ANAMNESE N�s come�amos sempre o diagn�stico com a consulta de anamnese atrav�s de questionarios dirigidos e interativos enviados por emails.

    Atrav�s desses questionarios e de sua interatividade podemos conhecer seus sentimentos, seus sofrimentos e sua hist�ria, desde sua gesta��o, passando detalhadamente por sua primeira infancia, at� hoje. As primeiras perguntas sao padronizadas, mas depois de forma interativa, cada anamnese e yotalmente personalizada.

    Esses emails s�o seguros?

    Nada na rede - como nada na vida - � 100% seguro.
    A inseguran�a aumenta na rede pelo interesse, se existe dinheiro ou poder envolvidos, e quando se disponibiliza publicamente os emails, que podem ser usados para spam e por hackers para distribui��o de virus.

    No nosso caso, voc� nunca nos paga nada por email, nunca exp�e senhas ou n�meros de cart�o por emails, e nossas comunica��es cl�nicas, todas elas, se d�o por emails n�o divulgados, alguns que nem voc� vai conhecer, e outros que deixamos apenas nossos clientes conhecerem.

    Assim, nossa comunica��o � suficientemente segura, n�o havendo qualquer tipo de divulga��o do que nos possa passar de sua vida pessoal, em nenhum sentido. Para nossos fins, cremos que a seguran�a para este tipo de servi�o est� bem estruturada.

    N�o seriam melhores entrevistas "presenciais", onde se poderia ter um contato humano mais pr�ximo?

    Sim e Nao.

    Para uma avalia��o m�dica, o contato com o paciente � essencial. Como avaliar seu corpo, sem v�-lo ou poder toc�-lo para interagir com ele ou nele interferir?

    Para uma avalia��o ps�quica, ver o paciente e ter esse contato tamb�m � essencial. Esse contato � essencial quando se busca uma avalia��o mental, uma verifica��o de sa�de mental detalhada e exaustiva. Mas os casos de nao conformidade de g�nero, dificilmente t�m alguma rela��o com reais problemas mentais.

    O que queremos avaliar? Sua hist�ria de vida, como ela se formou, o que aconteceu que pode ter levado a se desenvolver uma percep��o inesperada do pr�prio g�nero. N�o desejamos avaliar sua sa�de mental, nem nela iremos interferir. Queremos avaliar sua hist�ria para reconhecermos sinais que levantamos atrav�s de nossos testes, sinais din�micos, assinaturas t�picas.

    Para isso, para uma avalia��o de problemas como uma disforia de g�nero - um mal estar com sua condi��o existencial de g�nero - N�O SE DEVE CONHECER O PACIENTE, e principalmente em nenhuma circunst�ncia se deve V�-LO.

    Porque n�o?

    Ver o paciente � uma faca de dois gumes. Aproxima mais e d� um maior calor humano para o contato, mas certamente estimula que interfer�ncias nocivas para a avalia��o tenham a oportunidade de se manifestar. O fato de vermos o paciente, como se mostra, como se apresenta e como se veste, ao contr�rio do que muitos imaginam, ATRAPALHA A AVALIA��O E O DIAGN�STICO.

    A maior dificuldade na avalia��o em nao conformidade de g�nero, adv�m da presen�a, do contato e da influ�ncia do avaliador sobre o avaliado e vice versa. O avaliado se encontra sempre numa situa��o de depend�ncia e em princ�pio deve poder ser influenciado.

    Essa influ�ncia do terapeuta, suas id�ias, suas posi��es ideol�gicas, pode ser extremamente danosa nessa avalia��o. O terapeuta de g�nero - seja m�dico, psic�logo, psiquiatra, sex�logo ou assistente social - precisa descobrir a realidade do paciente, e vendo-o, passa a deixar que sua realidade pessoal, suas cren�as, sua religi�o, seu ponto de vista pol�tico e ideol�gico, ou sua linha de pesquisa e de desenvolvimento profissional - interfiram no ju�zo e finalmente na avalia��o.

    Vendo o paciente, a imagem externa impressiona, quando o terapeuta n�o deveria se deixar impressionar - mas essa impress�o instant�nea e progressiva, faz parte de nossa natureza, n�o a podemos evitar - nem podemos deixar de reagir a ela - e assim o fato de ver-se a apar�ncia do paciente faz com que o terapeuta desvie-se e deixe de reconhecer a realidade �ntima do paciente.

    Por exemplo, um paciente que se sente uma mulher e � muito peludo... se mostra peludo, desengon�ado, abrutalhado. Essa apar�ncia externa vai impressionar o terapeuta e poder� afetar o bom ju�zo sobre a realidade vivida pela paciente, que em sua auto-percep��o pode se sentir uma mulher.

    Muitos grupos de "avaliadores" presenciais, mesmo em "equipes multidisciplinares", quando avaliam casos MtF-do masculino para o feminino, s� aceitam pessoas extremamente afeminadas, com o estere�tipo efeminado na avalia��o. Isso � um erro, por isso a avalia��o pela internet � a melhor avalia��o, porque n�o vemos o paciente, e n�o nos deixamos impressionar por sua apar�ncia, mas o avaliamos por como ele � em sua realidade �ntima, apenas.

    O que nos interessa � conhecer a realidade do paciente, e essa ele mostra se recordando e escrevendo, em sua solid�o. Nossa presen�a apenas perturbaria essa mem�ria, que precisa de solid�o, muitas vezes, para se descortinar.

    Nossa presen�a perturba o paciente, e a presen�a dele nos perturba.

    A presen�a de um terceiro seria mais uma perturba��o, que um aconchego. N�o � hora de aconchego, � hora de um duro exerc�cio de mem�ria e de instropec��o.

  • mfx y fmx Caption here

    SEGUNDO PASSO: O TESTE DE IDENTIDADE DE GENERO INESPERADA. MFX and FMX Antes de mais nada � bom esclarecer que nossos testes e avalia��es n�o explicam o porque de uma situa��o de desenvolvimento inesperado de g�nero. N�o explicamos os porques, apenas avaliamos e medimos o como as identidades se desenvolvem.

    Atrav�s da Web - internet ou rede internacional de computadores, o cliente se sente sozinho e o terapeuta n�o pode sugerir respostas e n�o pode perturbar o ensaio. A nossa presen�a poderia perturbar o cliente e nossa aus�ncia � uma boa condi��o para realizar o teste!

    A qualquer momento, com rela��o a qualquer quest�o, o paciente pode pedir - nos, antes ou ap�s o fim do ensaio algum esclarecimento. O paciente, em algumas condi��es especiais pode repetir o ensaio. Isso pode acontecer devido a situa��es perturbadoras e at� mesmo quando o paciente se sente inseguro principalmente sobre as escalas de idades dos nossos testes. Essas escalas s�o importantes, pois nossos testes pretendem estabelecer a din�mica do desenvolvimento da idntidade de g�nero sendo ent�o importante n�o apenas os valores da identidade inesperada, mas sua progress�o no tempo.

    Nossas perguntas estimulam o paciente a lembrar factos e desejos de inf�ncia desde seu in�cio de vida, e depois sobre essas respostas calculamos �ndices e gradientes vari�veis no tempo. Por vezes os pacientes podem ter dificuldades com respeito a sua pr�pria vida, com o desenvolvimento das idades prescrito no teste. Portanto, algumas dificuldades podem existir, n�o propriamente para responder �s perguntas, quando o paciente precisa lembrar de situa��es, mas ao considerar o tempo em idades passadas.

    Com as respostas, calculamos valores e construimos uma s�rie temporal em que a vari�vel observ�vel que definimos como Identidade Inesperada de G�nero � plotada contra o tempo, construindo uma trajet�ria. Essa trajet�ria � discreta, descont�nua, mas por regress�o a tornamos cont�nua para facilitar a plotagem e visualiza��o dos resultados.

    Para o tratamento dessas respostas, o levantamento das s�ries temporais nas diferentes escalas, o c�lculo de gradientes e posi��es para o c�lculo dos diagramas de fase, e a elabora��o dos mapas de retorno, desenvolvemos software pr�prio, e usamos softwares matem�ticos de uso corrente em computadores.

    � importante salientar que nossas an�lises se d�o num espa�o discreto de estados, onde se aplica o teorema de Takens. Calculamos devidamente os "time delays" e as dimens�es de "embedding" para que o teorema de Takens seja v�lido.

    Dessa forma, poderemos estudar a din�mica caracter�stica do desenvolvimento dos diferentes estados no espa�o de g�nero, definindo padr�es, verificando assinaturas, estabelecendo compara��es.

    Que assinaturas, que padr�es s�o esses?


    Os SOC 6th da WPATH prev�m as seguintes categorias:

    Transsexuais/Syndrome de Harry Benjamin - HBS/TS ;

    Crossdressers/Transformistas - CD - como outra categoria;

    GIDNOS - onde s�o incluidos TG e IG - como uma categoria "tamp�o" (F.64.8 no CID 10 da OMS).

    Verificamos que podemos discriminar melhor as categorias, e incluimos em nossas assinaturas t�picas, com padr�es bem definidos:

    Transsexuais/Syndrome de Harry Benjamin - HBS/TS - como uma categoria

    Crossdressers/Transformistas - CD - como outra categoria

    Transgeneros/Travestis - TG - como uma categoria .

    Classificamos os casos GIDNOS - como sem assinatura definida, como casos realmente possivelmente desordenados necessitando de uma avaliacao especial. Esses casos s�o raros, mas s�o muito especiais.

    Avaliando o desenvolvimento de cada paciente, podemos comparar seus resultados com os padr�es de assinaturas estabelecidos para as categorias estabelecidas, dessa forma podendo-se objectivamente "medir" cada paciente com rela��o a cada grupo.

    N�o consideramos etiologias e causas, mas apenas as caracter�sticas din�micas, e considerando essas caracter�sticas poderemos considerar as rela��es t�picas dos efeitos, independentemente das causas.

    Algu�m pode simular o teste? Seguramente que sim, mesmo a Nasa pode ser enganada e invadida, e Fort Knox tamb�m. Mas, com certesa � bem mais simples iludir-se numa entrevista face a face um terapeuta com maneirismos e simula��es do que simular os estados de fase numa estrutura espacial.

    Certamente tamb�m � importante que o paciente pague o ensaio - � importante porque ningu�m vai pagar um teste para depois ser algo que desejar� fazer com que n�o tenha valor. Ningu�m, em s� consci�ncia, quer jogar dinheiro fora.

    O que realmente avaliam os testes MFX e FMX ?

    As caracter�sticas din�micas do desenvolvimento inesperado da identidade de g�nero.

    O desenvolvimento da identidade de g�nero � um t�pico processo din�mico n�o - linear e ca�tico em sua ess�ncia. Como quase todos os processos que t�m um embasamento gen�tico. A partir do ovo humano inicia-se sempre uma enorme diversidade como um desenvolvimento ca�tico e determinista. Cada ser humano � um ser humano como o resultado dessa potencial - real e experimental - realidade.

    A partir do ovo humano, desde o in�cio podem haver pequenas diferen�as gen�ticas que certamente ir�o desenvolver sistemas de diversidade - determin�stica e n�o estoc�stica - uma diversidade determinada pelo in�cio da estrutura.

    Por exemplo, XX ou XY. Ou XXY, ou YYX, ou quimeras, ou mosaicismos, ou um lote incalcul�vel de poss�veis situa��es de diversidade!

    Mas vamos supor que consideremos apenas os ovos potencialmente masculinos ... XY, XXY, XYY ... etc ... mesmo com essas grandes restri��es, temos tamb�m uma grande diversidade!

    O que significa a diversidade? Imprevisibilidade! Quando um sistema tem uma elevada probabilidade de ser atra�do para alguns estados e baixa probabilidade de ser atraido a estabilizar em outros estados, e mesmo rar�ssima probabilodade de ser atra�do a estados extremos, , estamos considerando um sistema em si imprevis�vel PARA CADA INDIV�DUO.

    Diversidade certamente significa a aus�ncia de previsibilidade para cada indiv�duo, MESMO QUE SE POSSA CALCULAR PROBABILIDADES para grupos de indiv�duos dentro dos estados poss�veis!

    Suponhamos agora que temos apenas ovos muito est�veis, todos XY! Teremos muito maior restri��o desde o in�cio! Devido � AIS - s�ndromes de insensibilidade aos androg�nios, talvez tenhamos, a partir de ovos XY, como resultao mulheres CAIS ... e outras possibilidades ainda mais ex�ticas, ainda que muito raras!

    E continua a diversidade!

    Mas vamos supor todos os ovos s�o XY sem problemas AIS! Todas eles seguem um t�pico desenvolvimento sexual nenhum caso de intersexo percept�vel ... mas em jardins de inf�ncia tamb�m entre eles alguns - raros - ir�o mostrar sinais estranhos e dir�o que se sentem meninas e que gostariam de ser meninas e n�o meninos!

    Que desenvolvimento estranho e inesperado!

    S�o essas crian�as est�pidas?

    Algumas s�o brilhantes!

    Na realidade n�o sabemos quase nada sobre o desenvolvimento da identidade de g�nero inesperada! As causas n�o s�o simples e lineares, mas um complexo de causas gera um complexo de efeitos!

    Esse � um verdadeiro sistema complexo! Mas como ele � muito sens�vel �s condi��es iniciais, por defini��o esse sistema certamente � determin�stico e n�o - linear, ou em outras palavras, aquilo que se define hoje como um "sistema ca�tico e determin�stico" .

    Nossa conclus�o? Se conseguirmos definir um espa�o de estados de g�nero, entre dois "puros" limites que chamamos M e F, todas as identidades de g�nero inesperadas ser�o necessariamente estados que atraem o sistema no interior desse espa�o de estados poss�veis.

    O desenvolvimento � imprevis�vel para cada indiv�duo - como os el�trons na dupla fenda da experi�ncia em Mec�nica Qu�ntica - mas sempre haver�o atratores que definir�o um padr�o - ou uma "assinatura que pode ser reconhecida e medida"

    Desenvolvemos nossos testes MFX e FMX para a investiga��o de padr�es de desenvolvimento levando em considera��o as categorias de estados j� mencionada.

    Para avaliar algu�m teremos que iniciar a avalia��o considerando um semi-espa�o, a partir de um ponto de refer�ncia, M ou F.

    Usamos M como o ponto de refer�ncia para as pessoas inicialmente designadas como masculinas, a partir do polo do M puro, para avalia��o de desenvolvimento de feminilidade inesperada; e vice - versa para a outra metade do espa�o de estados de g�nero.

    Veja a seguir um exemplo de um mapeamento de retorno (return map), obtido para um paciente.

    Exemplo de teste Gendercare MFX, curva para espa�o de estados de feminilidade inesperada
    Homens "normais" assinatura em Amarelo
    Fam�lia TS / HBS assinatura em Cinza
    O Paciente X em Vermelho
    O paciente mostra um padr�o TS / HBS t�pico no teste MFX, para o mapeamento de retorno!
    (return map) o que mostra que o desenvolvimento da feminilidade inesperada se deu desde o in�cio atrav�s de uma bifurca��o muito precoce. As fam�lias de assinaturas (Amarela e Cinza) s�o muito diferentes e podem ser perfeitamente reconhecidas e diferenciadas.

    A inser��o do paciente X como HBS/TS � evidente, por essa assinatura.

    Consideramos em nossas avaliacoes dos testes MFX e FMX 4 principais escalas:

    1.Escala da dinamica do gebero inesperado;

    2.Escala de identidade de genero;

    3.Escala de orientacao sexual;

    4.Escala de acao sexual.

    As unicas escalas que estudamos sempre em profundidade sao as duas primeiras escalas.

    As outras escalas s�o acess�rias e esclarecem d�vidas, confirmam detalhes.

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    THERCEIRO PASSO: O SCREENING MENTAL

    Depois dos dois primeiros est�gios da avalia��o/diagn�stico, sabemos se voc� tem ou n�o um problema de g�nero, e se ele for confirmado j� identificamos que tipo de problema voc� tem.

    Mas n�o poderemos saber a origem do problema, e principalmente � necess�rio investigar se o problema pode ter uma origem MENTAL, ou se por outro lado, mesmo sem ter origem mental, se o problema pode estar deflagrando algum transtorno mental como consequencia.

    A forma que temos de fazer essa verifica��o, � aplicando um teste de personalidade como Psy Screening , como uma pr�-avalia��o.

    Caso percebamos problemas, ou tend�ncias a problemas, esses resultados devem ser considerados na avalia��o final do paciente.

    Por exemplo, quando a avalia��o pelos testes MFX ou FMX indicarem uma poss�vel situa��o GID/GIDNOS (um poss�vel genu�no transtorno de identidade de g�nero),aten��o redobrada dever� ser considerada para a sa�de mental do paciente.

    A integra��o dos testes MFX & FMX e a avalia��o com o teste de personalidade


    Se o nosso teste MFX ou FMX mostram que voc� � um(a) transexual t�pico(a) (HBS - Harry Benjamin Syndrome), e voc� n�o tem sinais de problemas mentais (pelo Psy Screening), provavelmente voc� desenvolveu o que Dra.Torres, MSc, PhD definiu em 1998, com Dr.Dorina Epps Quaglia, MD, PhD; Dr.Jalma Jurado, MD, PhD e Dr. Julio Cezar Meirelles Gomes, MD como uma "neurodiscordancia de genero" quando seus circuitos neurais basais do c�rebro "reptiliano" e a organiza��o de seus �rg�os genitais est�o em desarmonia de genero, o que pode ocorrer durante os dois ter�os finais de sua gesta��o (segundo extensos trabalhos de D�rner).

    N�o podemos mudar o seu c�rebro, mas n�s podemos fazer respeitar seu c�rebro - que gera de forma muito complexa sua auto-percep��o - corrigindo seu corpo (genitais e outros aspectos correlatos), ou seja, podemos promover em voc� a harmonia de seu corpo e eus genitais com o seu c�rebro e sua auto-percep��o interior.

    Dessa forma harmonizada, voc� dever� ter a chance ampla e irrestrita de se ver inserido (a) na sociedade como uma pessoa normal e digna, com amplas possibilidades e oportunidades de sucesso, dependendo de suas capacidades individuais e sua competencia profissional.

    Se nosso teste MFX ou FMX mostram que voc� � uma transg�nero/travesti (TG), e voc� n�o demonstra sinais de problemas mentais (pelo Psy Screening), provavelmente voc� sofreu, durante a primeira inf�ncia, ou traumatismos muito fortes, principalmente de rejei��o da m�e ou rela��es familiares profundas, ou outro fator bastante dr�stico na primeira inf�ncia deve ter originado uma ruptura.

    Nem sempre essas rupturas s�o percebidas num Psy Screening.

    J� investigamos profundamente a sua hist�ria, para tentar descobrir o que - trauma ou qualquer outra raiz de poss�vel problema - possa ter gerado essa ruptura, e podemos nada haver encontrado. Esse tipo de traumatismos ou causas s�o t�o profundos, que na maioria das vezes n�o podemos mudar as suas consequ�ncias, e o que podemos fazer para ajud� - lo(a), � ajudar a adaptar o seu corpo para a sua realidade interior, para que possa ter a chance de sobreviver com essa realidade, mesmo numa sociedade injusta e pouco compreensiva como a nossa.


    Se nossos testes MFX ou FMX mostram que voc� � um transformista (CD), e voc� n�o tem problemas mentais, a origem provavelmente pode ser outro tipo de trauma, n�o t�o profundo, n�o t�o cedo em sua vida, possivelmente um abuso sexual, ou problemas com as figuras parentais. J� teremos investigado sua hist�ria, j� deveremos ter formado uma id�ia do que possa ter gerado esse estado inesperado, e veremos como poderemos ajud� - lo(a), e mostrar - lhe seus limites. Muitas vezes esses casos v�m acompanhados de TOC- poss�veis obsess�es e compuls�es, o que dever� ser detetado pelo invent�rio.

    Cada CD vive uma situa��o muito pessoal, e muito diferente dos outros, e devido a isso, CD's podem, por vezes, precisar apenas do que chamamos de avalia��o simplificada, quando n�o temos o Psy Screening, quando as 2 primeiras etapas da avalia��o completa mostram uma situa��o de CD muito t�pica.

    E se voc�, atrav�s de nossos testes n�o mostrar uma situa��o t�pica, nem um desenvolvimento ordenado, mas um padr�o que chamamos de GID/GIDNOS? Se sua hist�ria mostrar tra�os de poss�veis problemas mentais que v�o al�m de um problema de g�nero? O MMPI � imprescind�vel, e geralmente detetamos isso. Nesses casos complexos, antes de mais nada, pelo invent�rio verificamos se um problema mental pode ter deflagrado a GID/GIDNOS ou n�o, e depois, se essa condi��o de GID/GIDNOS pode ter deflagrado consequ�ncias mentais (morbidade ou co-morbidade). Nesses casos, mesmo que concluamos que voc� pode iniciar uma transi��o muito supervisionada, lenta, moderada, limitada e controlada, voc� dever� precisar de apoio psycoterapeutico presencial local.

    Esses casos de verdadeiras situa��es de GID/GIDNOS existem, temos alguns eemplos, mas s�o muito raras.

    Se por outro lado voc� vive uma situa��o de intersexo, e vive uma realidade intergenero (IG), e se submeteu a um dos testes MFX ou FMX, e essa situa��o ficou reconhecida, deveremos decidir sobre a necessidade ou n�o do invent�rio. Geralmente n�o � necess�rio, mesmo que sempre seja conveniente fa�-lo para dirimirmos quaisquer d�vidas.

    Se voc� est� satisfeito(a) com o seu corpo, n�o temos nada mais a fazer para ajud� - lo(a), se voc� estiver bem.

  • mental screening Caption here

    QUARTO PASSO: O RELATORIO DIAGNOSTICO . O RELATORIO DIAGNOSTICO sera sempre consolidado, tendo como anexos os testes de identidade inesperada e o screening mental. Sera impresso, assinado, e enviado ao paciente pelo servico de correios.

    O idioma desses relatorios, o principal e anexos, dependera da vontade do cliente, e do futuro a que se destina. Se haverao cirurgias de redesignacao sexual, dependera de onde serao geitas, se no Braskl, Portugal, ou em paises de lingua inglesa ou que tenham o ingles como idioma conhecido. Esse relatorio diagnostico por seu lado sera um anexo da referral letter para citurhias SRS mtf ou ftm.

    E importante sempre o cliente guardar para si o original, e mostrar e entregar copias, mesmo para o cirurgiao que fara a cirurgia SRS

SEGUNDA ACAO: A TRANSICAO, MtF ou FtM. O TRANSPACK

  • about-me Caption here

    TRANSPACK: 3 meses completos de orientacao e acompanhamento em tempo integral pela web N�s vamos acompanhar passo a passo, por 3 meses, seu processo de transi��o MtF ou FtM.

    Residente no Brasil, ssim que tiver feito o dep�sito, nos avise por nossa p�gina de contatos. Confirmado o dep�sito, avisaremos que podemos iniciar o servi�o. Como s� aceitamos para a transi��o, pacientes j� avaliados por n�s, n�s j� nos conhecemos e sabemos como trabalhamos. O TransPack n�o ser� algo novo, mas a continuidade do tratamento que j� come�amos.

    Residentes no exterior, imediatamente com seu pagamento online, somos informados, e entraremos em contato.

    Residentes no exterior que nos pagarem pela Western Union, o procedimento � similar ao seguido pelos residentes no Brasil. Nos passem o n�mero da chave da WU pela p�gina de contatos, confirmando o total enviado. Confirmado o dep�sito entraremos em contato.

    Como acompanhamos/aconselhamos sua transi��o:

    Antes de mais nada precisamos saber como voc� est�. Hoje j� conhecemos quem voc� � e que precisa de uma transi��o, mas ainda n�o conhecemos seu corpo nem como voc� est�.

    Nos envie uma primeira consulta nos informando:

    Idade, peso e altura;

    Caracter�sticas f�sicas especiais que porventura tenha;

    Doen�as que porventura esteja sofrendo;

    Nos conte a hist�ria card�aca e hep�tica de sua fam�lia;

    Nos informe tudo o mais que julgar relevante.

    Nos informe tamb�m se j� tomou hormonios, em que est�gio j� est� em sua transi��o.

    Nos conte tudo o que tomou e fez. Usou silicone l�quido? conte tudo.

    Em seguida precisaremos de fotos suas, profissionais, para sabermos como seu corpo est�. S� acompanhamos a transi��o de quem j� avaliamos e confirmamos a necessidade da transi��o, assim j� conhecemos sua situa��o, mas como avaliamos sem ver o corpo e a face do paciente, chegou a hora de conhecermos seu corpo e sua face e cabelos para podermos verificar quais corre��es ser�o necess�rias. Pediremos as fotos como primeiro passo, para iniciarmos esse processo. Especificaremos as fotos com o andamento do TransPack, mas em princ�pio s�o 3 fotos de rosto e cabelos e 3 de corpo inteiro, em roupas de banho a sua escolha, sendo sempre uma de frente, uma de perfil e uma de costas.

    Gostar�amos de receber tamb�m, tanto para MtF's como para FtM's, arquivos de voz (mp3 ou wav), com grava��es de voz, natural e for�ada (empostada feminina para MtF's e masculina para FtM's).

    Depois precisaremos saber EM DETALHES:

    Voc� j� tomou hormonios? Quais e quando? Fez cirurgias? Inje��es de silicone l�quido? Quanto, onde, quando e com quem? Problemas?

    Algum sinal natural em seu corpo, de feminiza��o ou masculinidade inesperada? Ginecomastia quando menino? Barba quando menina?

    Durante todo per�odo do Transpack de nosso acompanhamento O PACIENTE DEVER� NOS ENVIAR UM RELAT�RIO DE COMO EST� SE SENTINDO E DOS AVAN�OS DE SUA TRANSI��O - E DE POSSIVEIS PROBLEMAS - A CADA 15 DIAS PELO MENOS.

    QUANTO MAIS PR�XIMO O CONTATO CONOSCO MELHOR SER� - PARA O PACIENTE E PARA N�S.

    Certamente ser� muito importante uma assist�ncia m�dica local, para a monitora��o de sua sa�de, de uma maneira geral, durante a transi��o. Estaremos supervisionando � dist�ncia SUA TRANSI��O, mas um acompanhamento de sa�de geral local, n�o especializado mas geral, sempre ser� conveniente, principalmente para pacientes mais maduros, acima dos 40 anos.

    Esse cl�nico local tamb�m poder� colaborar solicitando a seu sistema de sa�de, exames de sangue (que solicitarmos) e avindo receitas (que solicitarmos). Ser� muito interessante que possamos estar em contato com o servi�o m�dico local por emails, em prol da qualidade de nossa assist�ncia ao paciente.

    Como a hormonioterapia afeta muito o organismo, um controle rigoroso de suas fun��es hep�ticas e cardio vasculares ser� necess�rio. Em pacientes MtF tamb�m o controle de prolactina ser� necess�rio.

    Enviaremos uma carta de recomenda��o para seu acompanhamento local, se voc� quiser, confirmando sua avalia��o e mostrando sua necessidade de acompanhamento para transi��o hormonal. Com essa carta enviaremos os exames de sangue que necessitamos (seu m�dico local poder� acrescentar exames mas n�o eliminar o que solicitamos, por favor).

    Tendo o resultado dos exames nos escaneie e encaminhe como anexo de email, para iniciarmos o tratamento hormonal.

    Assim que puder, providencie esse acompanhamento, para sua seguran�a.

    S� PODEREMOS COME�AR SUA HRT-HORMONIOTERAPIA, ap�s uma primeira s�rie de exames pr�vios de sua situa��o hep�tica e cardio vascular (e da prolactina, para MtFs).

    Ap�s o recebimento dos resultados desses exames (voc� escaneia e manda para n�s), poderemos come�ar a terapia hormonal. Para tanto, por emails enviaremos instru��es. Voc� pode seguir comprando o que solicitarmos em uma farm�cia pr�xima, ou poder� mostrar para seu cl�nico local e solicitar uma receita local, se necess�rio. N�o podemos enviar receitas pela Web.

    Voc� nos manter� informados de tudo, nos enviando emails a qualquer momento, durante os 3 meses.

    Se e quando necess�rio, solicitaremos mais fotos, mais exames de sangue e mais not�cias e esperamos que voc� tome a iniciativa de nos informar de tudo.

    Ap�s os 3 meses voc� pode renovar o TransPack at� que esteja preparado(a) para cirurgias, inclusive de transgenitaliza��o.

    Lembre-se sempre que a qualquer momento, voc� ter� total liberdade de entrar em contato conosco, por emails.

    Nota importante: Ap�s os primeiros 6 a 12 meses de transi��o ensinaremos para meninas MtF a aprenderem a se preparar para se masturbarem e terem prazer como mulheres.

    Esse ensinamento e prepara��o ser�o essenciais para que aprendam, depois da cirurgia SRS a poderem DILATAR COM PRAZER, o que sem esse treinamento geralmente se torna bem dificil.

    N�o conhecemos no mundo mais ningu�m que forne�a essa possibilidade e esse detalhe nesse tipo de servi�o.


    Nota Importante

    Quando voc� para e n�o renova o seu TransPack, e depois volta a querer renovar - nosso transtorno � grande.

    Evite a descontinuidade, por favor.

TERCEIRA ACAO: CIRURGIAS SRS, MtF ou FtM. AS REFERRAL LETTERS (LAUDOS QUE AUTORIZAM CIRURGIAS)

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    NOSSAS REFERRAL LETTERS (LAUDOS XE AUTORIZACAO) .

    CIRURGIAS SRS MtF:


    Os principais aspectos que temos de considerar nas cirurgias SRS MtF s�o:

    A quantidade de pele peniana dispon�vel para a cirurgia;

    Se a pele da bolsa escrotal est� intacta e � suficiente;

    Se vasos e nervos est�o preservados e intactos;

    Qual a t�cnica SRS mais adequada para a paciente, levando em considera��o a quantidade de pele, sua idade, sua perspectiva de vida futura;

    Profundidade e largura da neovagina;

    A uretra;

    A dilata��o ap�s a cirurgia;

    N�s precisamos sempre discutir com a paciente todos os detalhes de cada um desses aspectos ANTES de sermos capazes de escrever qualquer laudo:

    N�o � suficiente a pele do penis para uma boa cirurgia? Qual � o tamanho do p�nis ereto? O comprimento e circunferencia do p�nis em ere��o plena?

    O tamanho dos test�culos e principalmente da bolsa escrotal? N�o houve orquiectomia? A pele da bolsa est� intocada?
    A paciente foi circuncidada, quando pode ter perdido partes preciosas de pele?

    Houve qualquer tentativa efetiva de elimina��o do p�nis na inf�ncia ou juventude? Qualquer manipula��o para tentar esconder o p�nis de forma a que os vasos e nervos foram postos em perigo? Ou est�o saud�veis e intocados?

    A idade da paciente?

    Est� casada ou ela tem um namorado? Sexo ser� algo freq�ente com um parceiro, ou poder� ser raro ou eventual?

    Masturba��o ser� importante? Com um dildo e sem ele?

    Qual a probabilidade de em algum momento da vida - com depress�o talvez - vir a permanecer sem qualquer pr�tica sexual - mesmo sem masturba��o ou intercurso com um dildo durante meses? Isso poder� acontecer? Poder� acontecer como uma realidade normal e quotidiana de forma perene ou sistem�tica?

    Como a paciente se sente sendo necess�ria sempre uma dilata��o toda semana, mesmo com uma idade madura e sozinha? Essa perspectiva a incomoda?


    Um dia uma dilata��o OBRIGAT�RIA poderia chegar a ser um problema?

    Todos estes aspectos s�o importantes e devem ser considerados ANTES que de decidir-se sobre a t�cnica a ser usada e o cirurgi�o especialista.

    A dilata��o cont�nua e sistem�tica � mais importante - absolutamente importante para algumas t�cnicas cir�rgicas e n�o t�o importante para outras!

    A possibilidade de uma neovagina colapsar (estenose) e depois ser recuperada � mais verdadeira para algumas t�cnicas cir�rgicas do que para outras!

    A possibilidade de orgasmo com f�cil masturba��o sem um dildo � diferente para cada t�cnica!

    A perfei��o est�tica e anat�mica pode ser importante para a paciente, dependendo do parceiro. Por exemplo, cunnilingus mostra para o parceiro a sensibilidade, e ele vai reconhecer as possiveis diferen�as e uma vulva "comum", se houverem diferen�as percept�veis - o que dependendo da t�cnica adotada vai ocorrer. Algumas cirurgias s�o perfeitas para cunnilingus (sexo oral), mas outras s�o absolutamente catastr�ficas se se considerar esse aspecto, que pode ser um aspecto importante para a vida quotidiana de qualquer mulher.

    Antes que preparar o laudo SRS consideraremos todos os detalhes com a paciente, e sugerimos sempre apenas cirurgi�es de renomada t�cnica e experi�ncia , como Dr.Suporn, Dr.Preecha, Dr.Kamol, Dr.Kunaporn na Tail�ndia; Dr.Jurado no Brasil, entre outros.

    O cirurgi�o, a paciente define, acolhendo ou n�o nossas sugest�es. A escolha � da paciente. Sugerimos o que pensamos pode ser o melhor, para cada situa��o.

    Com nossa carta de refer�ncia SRS (laudo emitido em ingl�s para cirurgi�es que n�o compreendam a lingua portuguesa) a paciente ganha tamb�m o nosso acompanhamento, atrav�s de e - mails, durante a estadia no hospital, antes e depois da cirurgia. Falamos com a cl�nica, procuramos manter contato com ela, discutimos se for o caso aspectos espec�ficos que conhecemos serem importantes para a paciente, e depois do processo cir�rgica, acompanhamos a paciente na verifica��o do bom funcionamento de sua uretra, a retirada da sonda da uretra, e as instru��es b�sicas do cirurgi�o e da cl�nica para o p�s - operat�rio, primeiro no hospital, depois em um hotel pr�ximo ao hospital (geralmente), verificando se a sensibilidade est� presente e assim por diante, at� que a paciente deixa o hospital / hotel para voltar para seu pa�s e sua casa.

    Todo o arranjo financeiro e os contatos e arranjos sobre cirurgias, cirurgi�es, despesas hospitalares e demais aspectos financeiros s�o definidos diretamente entre a paciente e a cl�nica do cirurgi�o.

    Conhecemos os dois lados, os colocamos em contato, promovemos o entendimento, ajudamos se for o caso, mas n�o temos qualquer rela��o financeira com nenhum cirurgi�o ou cl�nica.

    SRS FtM's (cirurgias "baixas"):



    As cirurgias SRS FtM (cirurgias "baixas") s�o de Metaioidioplastia ou Neofaloplastia.

    Os principais aspectos que temos de considerar quanto a cirurgia "baixa" FtM s�o:

    O que � mais importante, o tamanho ou o funcionamento?

    O que � mais importante, o tamanho ou a sensibilidade e a possibilidade de orgasmo e prazer?

    Qual � a import�ncia de urinar em posi��o em p�?

    Qual � a import�ncia de ser capaz de penetrar numa rela��o sexual?

    N�s queremos sempre discutir com o paciente todos os detalhes de cada um desses aspectos ANTES de sermos capazes de decidir por uma Metaioidioplastia e n�o uma Neofaloplastia, das quais N�O GOSTAMOS.

    Depois de decidir pela Metaioidioplastia, temos alguns aspectos importantes a considerar:

    A terapia hormonal desenvolveu o clit�ris de que forma?

    � poss�vel, com a HRT- terapia hormonal por mais tempo, desenvolver o clit�ris um pouco mais?

    Se for necess�rio, o paciente vai aceitar ter um micropenis, ou vai considerar o uso de qualquer dispositivo para tentar estend� - lo para penetra��o e sexo ou mesmo para aparentar "volume" em p�blico?

    A cirurgia pode ser desenvolvida em etapas. Tem consci�ncia disso? em que etapas seria melhor para o paciente?

    A idade do paciente?

    Todos estes aspectos s�o importantes e devem ser considerados antes de se decidir sobre a t�cnica e o cirurgi�o.

    Antes que se possa preparar o laudo da Metaioidioplastia, se consideram todos os detalhes com o paciente, e sugerimos sempre apenas os melhores cirurgi�es, como Dr.Bowers, Dr.Meltzer, nos E.U.A.; Dr.Menard, Dr.Brassard no Canad�; Dr.Preecha na Tail�ndia, Dr.Djordjevic na S�rvia, Dr.Monstrey na Belgica, entre outros.

    O cirurgi�o, o paciente define. A escolha � do paciente. Sugerimos o que pensamos poder ser o melhor, para cada situa��o.

    Com a nosso laudo o paciente ganha tamb�m o nosso acompanhamento, atrav�s de e - mails, durante a estadia no hospital, antes e depois da cirurgia. Ficamos em contato com a cl�nica, se necess�rio discutimos especificidades do assunto, e depois, fazemos o acompanhamento do p�s - operat�rio no hospital, em num hotel pr�ximo ao hospital (o que pode acontecer em alguns procedimentos), para conferir se tudo est� indo bem, verificando a sensibilidade e assim por diante, at� que o paciente deixe o hospital / hotel e esteja apto a voltar para casa.



    Um bom resultado de metaioidio (Dr.Meltzer, USA).


    Todo o arranjo financeiro e os contatos e arranjos sobre cirurgias, cirurgi�es, despesas hospitalares e demais aspectos financeiros s�o definidos diretamente entre o paciente e a cl�nica do cirurgi�o.

    Conhecemos os dois lados, os colocamos em contato, promovemos o entendimento, ajudamos se for o caso, mas n�o temos qualquer rela��o financeira com nenhum cirurgi�o ou cl�nica.

PACOTES ESPECIAIS DE SERVICOS PARA : CRIANCAS, pessoas POS-OPERADAS DA SRS e um SRSPACK para quem esta pront@ para uma SRS

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    PACOTE DE DIAGNOSTICO E ACOMPANHAMENTO DE CRIANCAS PRE PUBERES (ate 10 anos de idade) Os protocolos SOC 6th de 2001 da HBIGDA / WPATH sugerem para crian�as que possam mostrar qualquer sinal de evolu��o inesperada de identidade de g�nero, que n�o se fa�a nenhuma avalia��o. Qualquer diagn�stico e avalia��o � sugerida apenas ap�s os 18 anos.

    Essa � a posi��o "oficial" da WPATH mas, em Chicago em Setembro passado, a avalia��o de crian�as e jovens com poss�veis desenvolvimentos imprevistos de identidade de g�nero foi o principal tema do col�quio.

    Muitos dos pais vivem a ang�stia dessa situa��o quando v�em seus filhos mostrando poss�veis sinais de um inesperado desenvolvimento de identidade de g�nero tanto as crian�as pequenas como os jovens. Temos de ajud� - los, tanto as crian�as, em primeiro lugar, mas tamb�m seus pais.



    O que n�s podemos fazer para ajud� - los?

    Podemos seguir os sinais de qualquer desenvolvimento inesperado.

    Como?

    Atrav�s de um cont�nuo acompanhamento da situa��o, por consultas atrav�s de e - mails em que os pais e a Gendercare trocar�o id�ias e informa��es sobre a crian�a. Com nossa orienta��o, os pais observar�o e levantar�o dados sobre a crian�a.

    Tamb�m desenvolvemos o recurso dos jogos - testes para crian�as. Esses jogos s�o gratuitos, e os pais podem enviar os resultados para nossa avalia��o, dentro do fluxo cont�nuo de informa��o e acompanhamento.

    O que os pais precisam fazer?

    Continuamente observar, observar e respeitar ... nos enviando as observa��es e sempre seguindo nossas instru��es.

    � importante seguir nossas orienta��es, por exemplo sobre jogos, acerca de presentes para o(a) filho(a), acerca do vestu�rio, sem nenhuma agressividade contra a crian�a. Nunca sendo agressivos ou intolerantes contra a crian�a, mas dando liberdade para as escolhas da crian�a. As escolhas da crian�a acerca de jogos, brinquedos, roupas, etc. devem ser sempre relatadas pelos pais.

    Detalhes do Programa


    Sabemos, que o tempo de avalia��o � extremamente dif�cil e cheio de poss�veis situa��es traum�ticas, principalmente para os pais e para os(as) filhos(as) na escola e em casa.

    1
    Tudo come�a com uma consulta sobre a crian�a.
    Acesse o servi�o Inicio - Anamnese e podemos come�ar agora.

    2
    Ent�o vamos sugerir aos pais fazer o download do jogo - teste Caminhos & Sonhos 1.0 e sugerir que a crian�a possa experiment� - lo. Os pais, N�O DIRECTAMENTE INTERFERINDO no jogo da crian�a, devem estar atentos a observar quais s�o as formas e os resultados da crian�a, e nos enviar esses resultados. Observem com aten��o a crian�a e suas reac��es ao jogo, jogando o jogo sozinha, ou se sentindo sozinha.

    Observar se naturalmente, sem qualquer est�mulo, depois de se acostumar ao jogo, se a crian�a passa a amar, a odiar ou a ignorar o jogo.

    download Caminhos & Sonhos 1.0

    Se os resultados mostram um poss�vel desenvolvimento de uma condi��o inesperada de identidade de g�nero, ent�o deveremos iniciar o nosso programa de acompanhamento - ChildPack.

    3
    Ent�o, s� depois de expressamente solicitarmos , os pais podem acessar e pagar 6 meses de acompanhamento atrav�s do ChildPack para a crian�a e vamos iniciar o acompanhamento sistem�tico.


    A partir e ent�o, por 6 meses iremos ajud� - lo a conhecer seu(ua) filho(a), atrav�s de suas informa��es e dos resultados de jogos at� que a crian�a tenha de 7 a 8 anos de idade quando pode come�ar a responder �s perguntas - e testes - online.

    A partir da�, vamos estar em contato tamb�m com a crian�a atrav�s de e - mails, e n�s seremos capazes de come�ar a aplicar os testes para a avalia��o mais precisa da din�mica de forma��o da identidade de g�nero.

    A avalia��o final aos 10-11 anos de idade certamente se dar� estar�quando estiver muito bem estabelecido o diagn�stico como uma uma condi��o definida de desenvolvimento inesperado de g�nero, como uma condi��o GID/GIDNOS ou com nenhuma condi��o que venha a necessitar de cuidados posteriores.

    Se for confirmada a crian�a como algu�m com um desenvolvimento inesperado de identidade de g�nero e que pretende corrigir o corpo para alcan�ar a harmonia com sua auto - realidade saberemos com seguran�a e certeza estabelecer e planejar a melhor maneira e ajudar essa crian�a no futuro.

    S� ent�o poderemos discutir qual ser� o melhor caminho para sua crianca.

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    PACOTE POST-OP PACK para pessoas que fizeram uma SRS Por tres meses iremos acompanhar, passo a passo, sua adequa��o sexual ap�s a cirurgia SRS, de forma a permitir � paciente o mais perfeito resultado da cirurgia, dentro dos limites da t�cnica usada pelo cirurgi�o. Paciente residente no Brasil, assim que contratar este servi�o, depois de confirmado seu dep�sito, nos envie um email pela p�gina de contatos. O mesmo para pacientes n�o residentes que fa�am dep�sitos pela Western Union. Devem nos avisar enviando os dados do dep�sito. Pacientes n�o residentes que acessem o servi�o online, n�o precisam nos avisar - seremos avisados pelo sistema.

    Se j� n�o soubermos, nos avise:

    • Com quem e quando fez a cirurgia SRS MtF, nos dizendo tudo o que souber sobre os procedimentos usados na sua cirurgia.

    • Voc� tomou ou est� tomando hormonios ap�s a cirurgia? Quais? Quem prescreveu?

    • Est� usando creme vaginal com hormonios ou n�o, ap�s a dilata��o?

    • Nos informe em seu primeiro email, tudo o que puder sobre sua cirurgia SRS.

    • Nos informe sobre as instru��es que recebeu na cl�nica SRS sobre a dilata��o.

    N�s enviaremos nossos coment�rios e orienta��es, em Portugu�s:

    1. Vamos acompanhar todos os seus procedimentos de dilata��o e limpeza, e daremos a voc� uma completa orienta��o sobre aquilo a fazer e o que voc� n�o pode fazer.

    2. Vamos acompanhar o desenvolvimento de suas sensa��es no clitoris ... sua capacidade de chegar ao orgasmo e suas limita��es.

    3. Quais s�o os seus limites? Profundidade e largura? Flexibilidade?

    4. Horm�nios? Horm�nios para preparar a pele da vagina? Quando voc� pode iniciar - los?

    5. Como vai gerir a sua vida sexual e social? Qual ser� a melhor estrat�gia para voc�? Voc�s podem ter bom sexo oral? E como fazer penetra��es de forma mais f�cil no in�cio?

    6. A dilata��o pode interferir com a seus intestinos? Voc� pode continuar tendo tamb�m o sexo anal?

    7. Odores ? vagina muito seca? Quando voc� pode come�ar a manter rela��es sexuais com um parceiro?

    8. � necess�rio que voc� perca peso?

    9. At� quando voc� precisa dilatar? E se voc� parar alguns dias, pode haver algum colapso (estenose)?

    Obs: Quase todos os cirurgi�es sugerem ap�s SRS MtF um m�nimo de procedimentos de dilata��o. Pequenos dildos, na largura e comprimento. Dildos que n�o tem o tamanho normal de um p�nis normal. Mais tarde, a paciente vai ter enormes problemas para manter rela��es sexuais normais e prazerosas com parceiros, o que dar� fatalmente a sensa��o de um p�ssimo p�s operat�ria e de um resultado insatisfat�rio para todo o processo cir�rgico. N�s sugerimos sempre a nossas pacientes, corrigir �rogressivamente o tamanho dos dildos, para dilata��es mais realistas para n�o se ter dificuldades intranspon�veis para manter rela��es sexuais normais mais tarde. Cirurgi�es tamb�m precrevem a possibilidade prematura de rela��es sexuais. Alguns falam em 1 m�s ap�s a cirurgia o que n�o � prudente nem realista.

    O que est� incluido neste servi�o:

    1.Todas as consultas e trocas de emails sobre seu caso durante os 3 meses, e vamos responder qualquer pergunta que voc� fa�a ou d�vida que voc� possa ter sobre todos os seus poss�veis problemas e dificuldades quanto ao seu p�s operat�rio da cirurgia de redesigna��o, sua dilata��o e sua re-adapta��o a uma nova vida sexual, agora como mulher.

    2. Vamos mostrar - lhe , ou a seu m�dico local se for de sua vontade, qual ser� o melhor para seus horm�nios ap�s a cirurgia, como mulher.

    3. Vamos mostrar suas limita��es. O que deve e o que n�o deve fazer.

    4. Vamos dar - lhe todas as instru��es necess�rias cerca de dilata��o e os problemas conexos.

    5. Vamos discutir com voc�, se voc� tiver grandes problemas, como inicio de colapso da neovagina, ou algum outro problema, o que fazer.

    O que n�o est� incluido neste servi�o:
    1. Qualquer an�lise cl�nica, como o exame de sangue; qualquer tipo de hormonios e outros produtos necess�rios, como cremes vaginais.

    2. Qualquer servi�o como depila��o a laser ou eletr�lise.

    3. Qualquer cirurgia ou implante de silicone.

    4. Qualquer eventual revis�o da cirurgia SRS que necessite de uma autoriza��o frente a algum cirurgi�o exigir� um NOVO LAUDO, n�o incluido neste Post-op Pack.

    Se um novo laudo for necess�rio (isso jamais aconteceu), vamos prepar�-lo quando solicitado pela paciente, conforme os pre�os e condi��es estabelecidos pela Gendercare e constante de nossas p�ginas de servi�os.

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    O PACOTE SRS PACK PARA QUEM ESTA PRONT@ PARA UMA SRS Inclui os 4 passos da avalia��o e diagnostico completo a distancia, incluindo:

    Essa fase OBRIGATORIA, inclui 4 passos, todos pela web:

    1. Uma consulta que chamamos de "anamnese" atrav�s de questionarios dirigidos e emails, para conhecermos sua hist�ria de vida;

    2. Um teste de Identidade Inesperada, MFX para MtF's e FMX para FtM's, online;

    3. O acesso a uma pr�-avalia��o mental, por um psy-screening atrav�s de testes online.

    4. O Relatorio Diagnostico final

    Inclui uma verifica��o, ap�s o diagnostico, por fotos e grava��es de voz, se est� ou n�o pronta para a SRS, devidamente transicionada e vivendo 24h/dia e apta a imediata cirurgia SRS.

    Inclui o laudo (referral letter) que autoriza a cirurgias SRS mtf no Brasil ou exterior, em especial na Thailandia, com os melhores cirurgi�es, como:

    Dr.Suporn
    Dr.Kamol
    Dr.Chettawut
    Dr.Preecha
    Dr.Kunaporn

    entre outros.

    Cirurgias ftm de metoidioplastia, por exemplo com:

    Dr.Meltzer nos US
    Dr.Marci Bowers nos US
    Dr.Djordjevic na Servia

    entre outros

    Voc� receber� em seu endere�o, via correios, sua referral letter impressa e assinada por profissionais PhDs e Mestres, em sexologia, psicologia e/ou psiquiatria, todos gabaritados a diagnosticar segundo as exigencias da WPATH e OMS, sua condi��o. Uma copia dessa carta dever� ser apresentada ao cirurgi�o, com o original, sendo o original de sua propriedade, devendo reter o original com voc�. Alguns cirurgi�es gostam de reter o original.

    Considera��es sobre a SRS MtF:

    Os principais aspectos que temos de considerar nas cirurgias SRS MtF s�o:

    A quantidade de pele peniana dispon�vel para a cirurgia;

    Se a pele da bolsa escrotal est� intacta e � suficiente;

    Se vasos e nervos est�o preservados e intactos;

    Qual a t�cnica SRS mais adequada para a paciente, levando em considera��o a quantidade de pele, sua idade, sua perspectiva de vida futura;

    Profundidade e largura da neovagina;

    A uretra;

    A dilata��o ap�s a cirurgia;

    N�s precisamos sempre discutir com a paciente todos os detalhes de cada um desses aspectos ANTES de sermos capazes de escrever qualquer laudo:

    N�o � suficiente a pele do penis para uma boa cirurgia? Qual � o tamanho do p�nis ereto? O comprimento e circunferencia do p�nis em ere��o plena?

    O tamanho dos test�culos e principalmente da bolsa escrotal? N�o houve orquiectomia? A pele da bolsa est� intocada?

    A paciente foi circuncidada, quando pode ter perdido partes preciosas de pele?

    Houve qualquer tentativa efetiva de elimina��o do p�nis na inf�ncia ou juventude? Qualquer manipula��o para tentar esconder o p�nis de forma a que os vasos e nervos foram postos em perigo? Ou est�o saud�veis e intocados?

    A idade da paciente?

    Est� casada ou ela tem um namorado? Sexo ser� algo freq�ente com um parceiro, ou poder� ser raro ou eventual?

    Masturba��o ser� importante? Com um dildo e sem ele?

    Qual a probabilidade de em algum momento da vida - com depress�o talvez - vir a permanecer sem qualquer pr�tica sexual - mesmo sem masturba��o ou intercurso com um dildo durante meses? Isso poder� acontecer? Poder� acontecer como uma realidade normal e quotidiana de forma perene ou sistem�tica?

    Como a paciente se sente sendo necess�ria sempre uma dilata��o toda semana, mesmo com uma idade madura e sozinha? Essa perspectiva a incomoda?


    Um dia uma dilata��o OBRIGAT�RIA poderia chegar a ser um problema?

    Todos estes aspectos s�o importantes e devem ser considerados ANTES que de decidir-se sobre a t�cnica a ser usada e o cirurgi�o especialista.

    A dilata��o cont�nua e sistem�tica � mais importante - absolutamente importante para algumas t�cnicas cir�rgicas e n�o t�o importante para outras!

    A possibilidade de uma neovagina colapsar (estenose) e depois ser recuperada � mais verdadeira para algumas t�cnicas cir�rgicas do que para outras!

    A possibilidade de orgasmo com f�cil masturba��o sem um dildo � diferente para cada t�cnica!

    A perfei��o est�tica e anat�mica pode ser importante para a paciente, dependendo do parceiro. Por exemplo, cunnilingus mostra para o parceiro a sensibilidade, e ele vai reconhecer as possiveis diferen�as e uma vulva "comum", se houverem diferen�as percept�veis - o que dependendo da t�cnica adotada vai ocorrer. Algumas cirurgias s�o perfeitas para cunnilingus (sexo oral), mas outras s�o absolutamente catastr�ficas se se considerar esse aspecto, que pode ser um aspecto importante para a vida quotidiana de qualquer mulher.

    Antes que preparar o laudo SRS consideraremos todos os detalhes com a paciente, e sugerimos sempre apenas cirurgi�es de renomada t�cnica e experi�ncia , como Dr.Suporn, Dr.Preecha, Dr.Kamol, Dr.Kunaporn na Tail�ndia; Dr.Jurado no Brasil, entre outros.

    O cirurgi�o, a paciente define, acolhendo ou n�o nossas sugest�es. A escolha � da paciente. Sugerimos o que pensamos pode ser o melhor, para cada situa��o.

    Com nossa carta de refer�ncia SRS (laudo emitido em ingl�s para cirurgi�es que n�o compreendam a lingua portuguesa) a paciente ganha tamb�m o nosso acompanhamento, atrav�s de e - mails, durante a estadia no hospital, antes e depois da cirurgia. Falamos com a cl�nica, procuramos manter contato com ela, discutimos se for o caso aspectos espec�ficos que conhecemos serem importantes para a paciente, e depois do processo cir�rgica, acompanhamos a paciente na verifica��o do bom funcionamento de sua uretra, a retirada da sonda da uretra, e as instru��es b�sicas do cirurgi�o e da cl�nica para o p�s - operat�rio, primeiro no hospital, depois em um hotel pr�ximo ao hospital (geralmente), verificando se a sensibilidade est� presente e assim por diante, at� que a paciente deixa o hospital / hotel para voltar para seu pa�s e sua casa.

    Todo o arranjo financeiro e os contatos e arranjos sobre cirurgias, cirurgi�es, despesas hospitalares e demais aspectos financeiros s�o definidos diretamente entre a paciente e a cl�nica do cirurgi�o.

    Conhecemos os dois lados, os colocamos em contato, promovemos o entendimento, ajudamos se for o caso, mas n�o temos qualquer rela��o financeira com nenhum cirurgi�o ou cl�nica.

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