plantillas web en plantillas web
Desde 2001 diagnosticando e tratando pessoas TRANS a distancia pela web
butterfly

ASSINATURAS DAS CONDICOES de NAO CONFORMIDADE DE GENERO

  • TS Caption here

    TRANSEXUALIDADES (TS ou HBS) : ou SINDROME de BENJAMIN Por que algu�m que tenha genitais normais com um desenvolvimento sexual t�pico se sentiria e auto - identificaria como pertencendo ao sexo oposto?

    Psiquiatras e psic�logos imediatamente concluiram (e depois que eles concluem alguma coisa fica muito dif�cil voltarem atr�s): eles t�m um problema mental! Eles n�o t�m uma correcta percep��o da REALIDADE!

    A partir da�, para ter alguma ajuda, estas pessoas foram consideradas como tendo um transtorno mental - a falta de uma correcta percep��o da realidade.

    Que realidade?

    Da certeza quase divina de que a conforma��o dos tecidos genitais era uma condi��o n�o s� necess�ria mas tamb�m suficiente pra definir de forma simples e indiscut�vel o g�nero.

    O ponto foi, psic�logos e psiquiatras - como m�dicos e fam�lias, incluindo a lei - entendiam - e muitos ainda entendem assim - alguns aspectos do que chamam "realidade" a partir de um determinado ponto de vista:

    1. A bipolaridade de g�nero / sexo era "normal" e "radical", de forma absoluta (posi��o ideol�gica e n�o cient�fica);

    2. A absoluta determina��o do g�nero pela conforma��o dos genitais como uma realidade absoluta (posi��o ideol�gica e nada cient�fica);

    3. Cada indiv�duo que n�o percebe a realidade DESSA MANEIRA (posi��o ideol�gica e n�o cient�fica) certamente n�o perceberia a "realidade" da forma "correta", demonstrando necessitar de uma avalia��o ps�quica e de tratamento mental;

    4. Qualquer mudan�a no corpo, principalmente corre��o genital n�o seria uma "corre��o" mas um "crime" contra o pr�prio indiv�duo (devido � sua falta de boa percep��o da realidade - ele n�o "saberia o que estaria fazendo a si mesmo"), contra a sociedade e contra "Deus" (que de forma misteriosa seria muito contrariado e ficaria absolutamente indignado e ofendido com qualquer iniciativa de corrigir sua cria��o)- premissas absolutamente ideol�gicas, nada cient�ficas, contr�rias aos direitos da pessoa humana, e limitada a uma percep��o local de divindade.

    Se a divindade se ofendesse com o que fazemos com sua cria��o, n�s que estamos destruindo o planeta, e o come�amos a destruir assim que derrubamos �rvores na pr�-hist�ria para queimar e fazer fogueiras e depois para fazer utens�lios e m�veis, e depois para plantarmos cereais, e assim por diante. N�o podemos esquecer que essa alega��o � fruto de uma percep��o particular de divindade. Outras culturas a ou as percebem de forma diversa, portanto quanto a este ponto, mesmo do ponto de vista teol�gico, h� controv�rsias.

    Mais tarde, a declara��o 4 vem sendo alterada para uma nova, quando ap�s uma s�rie de avalia��es mentais algu�m pode ter uma "mudan�a de sexo" - e n�o uma corre��o genital a uma realidade vivida e percebida, e que jamais foi alterada.

    Em um ponto, quase todos os terapeutas concordam: algu�m que gostaria de "mudar de sexo", teria necessariamente de ser realmente um "homossexual radical"! Uma esp�cie de "est�pido" homossexual - para quem ser homossexual n�o seria suficiente, necessitando para se sentir bem mudar o corpo e at� os genitais!

    Ent�o, algu�m que mostra a necessidade de "mudan�a e sexo", e n�o era um "homossexual" seria realmente absolutamente inesperado. Para mudar de sexo de M para F (MtF) e mais tarde gostar de uma mulher e agir como uma l�sbica! Ou vice - versa como um homossexual! Tolice! Uma esp�cie de "autoginefilia" ou uma esp�cie de "autoandrofilia" - s� pelos nomes j� parecem condi��es terrivelmente doentes!

    Todas estas reac��es RADICAIS ao facto de que a identidade de g�nero N�O � DEFINIDA pelos genitais - nem pelos cromossomos, nem por qualquer outra causa simples produzindo linearmente um efeito. A complexidade da auto-percep��o do g�nero induziu em erro os "peritos", at� os dias de hoje.

    Outro importante fato foi, durante quase todo o tempo, os "especialistas" haverem ignorado que a auto - percep��o � algo virtualmente formado na mente atrav�s do c�rebro, e por isso o c�rebro necessita ser necessariamente importante, na forma��o da identidade de g�nero.

    Desde os anos 60, Dr.Gunther D�rner, Ph.D, o chefe do Departamento de Endocrinologia da Universidade Humboldt de Berlim (no lado leste de Berlim, ent�o Berlim Oriental) come�ou a pesquisar a diferencia��o sexual do c�rebro - em ratos e outros rodendos. Ele percebeu que quando destru�a partes do c�rebro basal (parte reptiliana) dos ratos, eles mudavam suas posturas sexuais. Um rato originalmente do sexo masculino mostrava a postura de "lordose" feminina. Os �rg�os genitais eram normais, a gen�tica era normal, o c�rebro foi manipulado.

    De certa forma misteriosa a "auto - percep��o" do rato mudou, mudando o c�rebro.

    Dr.D�rner foi gerando "ratos" com s�ndrome de Benjamim (neurodiscordantes de g�nero ou transexuais), em laborat�rio.

    Infelizmente, o pr�prio investigador n�o entendeu os seus pr�prios resultados - nas d�cadas de 60 e 70 e mesmo 80, a transexualidade n�o era o problema, mas a homossexualidade estava debaixo dos holofotes - e ele interpretou seus resultados, como se os ratos fossem mudando de heterossexuais para homossexuais.

    Dessa forma, a sua investiga��o n�o foi muito bem aceita no mundo ocidental (ele era um m�dico alem�o, no p�s guerra, manipulando c�rebros, e ainda por cima era comunista!), e a maior parte de sua pesquisa foi quase perdida com o tempo (sugiro a leitura de meu livro "Meu Sexo Real", editora Vozes 1998, sob pseud�nimo de Martha Freitas - entro a fundo nessas pesquisas de D�rner).

    Ao mesmo tempo, nos E.U.A., Dr.John Money, Ph.D, afirmava que algu�m "aprende a ser um menino ou uma menina como aprende uma l�ngua". Ele mostrava seu "sucesso" com David Reimer (John/Joan) como a evid�ncia cabal de suas teses, o que confirmava "com provas" em pessoas humanas vivas, e n�o em ratos e cad�veres sua investiga��o e conclus�es. Mais tarde, atrav�s do Dr.Milton Diamond, Ph.D. e do jornalista John Colapinto, o mundo saberia que a terapia e os resultados com David Reimer eram falsos (mais tarde David terminou por se suicidar - ele foi manipulado, torturado em crian�a, para ver se "aprendia" a ser menina como queria Money - e n�o aprendeu. Money publicou que ele havia aprendido e iludiu mais de uma gera��o de pesquisadores com sua falsa "ci�ncia"), e ele nunca aprendeu a ser uma menina.

    Gunther D�rner estava muito mais pr�ximo da realidade do que John Money - e a academia - como soe acontecer com uma frequ�ncia desagrad�vel - tomou o caminho errado ent�o, execrando D�rner e seguindo Money.

    O c�rebro � a parte central, onde todas as nossas auto - percep��es s�o formadas - inclusive sobre g�nero.

    Os processos de diferencia��o que regulam a diferencia��o sexual de partes basais do c�rebro como stria terminalis, hipot�lamo, amydalas e outras partes do sistema l�mbico, � muito diferente quando comparado com os processos que diferenciam os tecidos genitais.

    Eles acontecem com diferentes controles, em diferentes momentos durante a gesta��o, com base em diferentes processos, de diferentes complexidades e com diferentes vari�veis!

    Por outro lado, uma s�rie de experi�ncias com Rhesus mostram que partes basais do c�rebro est�o bem desenvolvidos e formados - organizados - por ocasi�o do nascimento para todos os primatas estudados , incluindo o homem (o mesmo n�o acontece em outras esp�cies mais primitivas, como roedores, aves). Portanto, como j� foi afirmado, e foi publicado no Brasil em 1998 ( "Meu Sexo Real" - Martha Freitas (meu pseud�nimo) - Vozes Editores, 1998), a identidade de g�nero � formada a partir do c�rebro, e o seu n�cleo central, seu cerne � a parte basal do c�rebro - e em primatas, essa forma��o/organiza��o acontece durante a gesta��o, e pode estar em NEURODISCORD�NCIA DE G�NERO em rela��o aos tecidos genitais.

    Esse termo "Gender Neurodiscord" (Neurodiscord�ncia de G�nero - o original em Portugu�s), foi criado por n�s - Dr.Dorina Epps Quaglia, MD, Ph.D.; Dr.Jalma Jurado, MD, Ph.D.; Dr.Julio Cezar Meirelles Gomes, MD; e eu, depois de uma reuni�o realizada no Brasil sobre essas quest�es e, mais tarde, foi considerado em alguns documentos e livros publicados no Brasil e artigos nos USA.

    Vamos considerar novamente os antigos pontos de vista:

    1. G�nero � uma bipolaridade. Simplesmente, ele N�O � UMA BIPOLARIDADE! Trata - se de um espectro, onde eventos extremos como a neurodiscordancia de genero - ou transsex ou Harry Benjamin Syndrome - certamente acontecer� como uma possibilidade extrema entre outras poss�veis mais prov�veis. Os eventos extremos acontecem com baixa probabilidade, eles s�o raros, como grandes terremotos s�o raros mas reais. Eventos extremos existem e s�o reais, eles fazem parte da realidade.

    2. O g�nero n�o � determinado pela conforma��o genital. Essa � uma simplifica��o que leva a grandes erros. A identidade de g�nero est� relacionada NECESSARIAMENTE com o c�rebro - e o c�rebro � uma parte do corpo. O c�rebro n�o precisa obrigatoriamente estar em harmonia com os tecidos genitais, devido ao fato de que os processos de forma��o s�o muito diferentes, com diferentes controles, organizado de forma diferente em diferentes momentos. O c�rebro e seus processos s�o muito mais complexos do que os processos que regem os tecidos genitais. As rela��es entre eles N�O PODEM SER simples.

    3. A percep��o da realidade n�o se baseia cientificamente em distribui��es Gaussianas "normais" apenas. A realidade � extremamente complexa, algo que necessita, dependendo da escala, da incerteza e n�o-localidade da F�sica Qu�ntica ou, dependendo da escala, da complexidade matem�tica da Teoria da Relatividade. A realidade na escala dos fen�menos humanos � muito mais fractal e auto - similar, onde eventos extremos podem acontecer e s�o reais, do que "normal" ou Gaussiana. O velho esquema simplista - a elimina��o do inesperado como "anormal" - era uma express�o da ignor�ncia que leva a uma percep��o distorcida da realidade - percep��o simplista esta que se tornada dogma, vira ideologia e n�o ci�ncia. O problema sempre esteve na superficial percep��o da "ci�ncia" de ent�o, por "especialistas" que generalizavam o que n�o podiam e de forma ideologica dogmatizavam sua pr�pria ignor�ncia como ci�ncia. Dogmaticamente ent�o, por n�o se adaptarem, se acusava os portadores de uma HBS/TS de n�o perceberem "corretamente" a "realidade"!

    4. Por que algu�m que se sente mal com uma parte do corpo, n�o pode pleitear a melhor corre��o de forma a poder se sentir uma pessoa plena, com harmonia interior?

    Obviamente, ningu�m aprende a ser como aprende uma l�ngua. Nem o gato, nem o rato, nem o c�o, ou o macaco, e obviamente n�o tamb�m as crian�as primatas humanas.

    Tamb�m neurodiscordantes de g�nero (HBS / TS) n�o s�o insensatos homossexuais ou l�sbicas. Nem nada deste tipo.

    Eventos extremos acontecem e s�o reais. Eles acontecem na Natureza. Eles acontecem dentro de nosso c�rebro, dentro de nossas vidas, dentro de nosso mundo.

    A s�ndrome de Harry Benjamin (neurodiscord�ncia de g�nero ou TS - transsex) � um radical desenvolvimento da identidade de g�nero, desde o �tero. � percebido desde a primeira inf�ncia, e vivido como uma situa��o inesperada, como um evento extremo entre todos os poss�veis estados determinados pelo desenvolvimento da identidade de g�nero entre humanos, que engloba uma enorme diversidade de desenvolvimentos poss�veis.

    Existe a possibilidade de "diagn�stico" (nosso m�todo Gendercare baseado na Web - pensamos ser o melhor para que a avalia��o / diagn�stico seja objetiva). Assim os HBS/TS podem ser facilmente reconhecidos, � um estado raro, � uma condi��o extrema, e necessitam ajuda m�dica para sua harmoniza��o interior e social.

    N�o se trata necessariamente de um estado ou de uma condi��o relacionada a um problema mental - pelo contr�rio, muito raramente � uma condi��o relacionada a um problema mental, e quando isso soe acontecer, o problema mental n�o � a causa, mas um efeito de uma vida sofrida e que passa por maus tratos.

    A ajuda m�dica de qualidade para as necessidades HBS/TS s�o uma boa e r�pida avalia��o (como a proporcionada pela internet pela Gendercare), e mais tarde a transi��o (MtF ou FtM), com a terapia hormonal monitorada e controlada at� a desejada cirurgia SRS - cirurgia de redesigna��o sexual ou de transgenitaliza��o CORRETIVA e um perfeito acompanhamento p�s - operat�rio. Depois, o(a) paciente precisa para viver como uma mulher ou um homem normal - uma sociedade local mais esclarecida e inteligente - e se poss�vel, normal.

    Portanto, existe a explica��o para HBS / transsex, e existe uma cura - diagnosticar objetiva e rapidamente, transicionar e corrigir para harmonizar a pessoa consigo mesma e com a sociedade.

    Nossa sociedade humana, por outro lado, algumas vezes me faz acreditar que talvez jamais v� ter cura - de suas ignor�ncias, de seus dogmas, de seus fundamentalismos radicais. De sua hipocrisia, de sua mediocridade que parece end�mica.

    O chimpanz� que pensa, continua com uma enorme dificuldade em aceitar a pr�pria diversidade, e em respeitar seu pr�ximo.

  • tg Caption here

    TG: TRANSGENDERISMO ou TV, TRAVESTILIDADES O transgenderismo/travestismo TG/TV � talvez um mist�rio maior do que da sindrome de Benjamin HBS / TS.

    Por que algu�m que tenha genitais normais com um t�pico desenvolvimento sexual se sentiria e auto - identificaria como PARCIALMENTE pertencente ao sexo oposto?

    Psiquiatras e psic�logos imediatamente concluiram (e depois que eles concluem alguma coisa fica muito dif�cil voltarem atr�s): eles t�m um problema mental! Eles n�o t�m uma correcta percep��o da REALIDADE!

    A partir da�, para ter alguma ajuda, estas pessoas foram consideradas como tendo um transtorno mental - a falta de uma correcta percep��o da realidade.

    Que realidade?

    Da certeza quase divina de que a conforma��o dos tecidos genitais era uma condi��o n�o s� necess�ria mas tamb�m suficiente pra definir de forma simples e indiscut�vel o g�nero.

    O ponto foi, psic�logos e psiquiatras - como m�dicos e fam�lias, incluindo a lei - entendiam - e muitos ainda entendem assim - alguns aspectos do que chamam "realidade" a partir de um determinado ponto de vista:

    1. A bipolaridade de g�nero / sexo era "normal" e "radical", de forma absoluta (posi��o ideol�gica e n�o cient�fica);

    2. A absoluta determina��o do g�nero pela conforma��o dos genitais como uma realidade absoluta (posi��o ideol�gica e nada cient�fica);

    3. Cada indiv�duo que n�o percebe a realidade DESSA MANEIRA (posi��o ideol�gica e n�o cient�fica) certamente n�o perceberia a "realidade" da forma "correta", demonstrando necessitar de uma avalia��o ps�quica e de tratamento mental;

    4. Qualquer mudan�a no corpo, principalmente corre��o genital n�o seria uma "corre��o" mas um "crime" contra o pr�prio indiv�duo (devido � sua falta de boa percep��o da realidade - ele n�o "saberia o que estaria fazendo a si mesmo"), contra a sociedade e contra "Deus" (que de forma misteriosa seria muito contrariado e ficaria absolutamente indignado e ofendido com qualquer iniciativa de corrigir sua cria��o)- premissas absolutamente ideol�gicas, nada cient�ficas, contr�rias aos direitos da pessoa humana, e limitada a uma percep��o local de divindade.

    Se a divindade se ofendesse com o que fazemos com sua cria��o, n�s que estamos destruindo o planeta, e o come�amos a destruir assim que derrubamos �rvores na pr�-hist�ria para queimar e fazer fogueiras e depois para fazer utens�lios e m�veis, e depois para plantarmos cereais, e assim por diante. N�o podemos esquecer que essa alega��o � fruto de uma percep��o particular de divindade. Outras culturas a ou as percebem de forma diversa, portanto quanto a este ponto, mesmo do ponto de vista teol�gico, h� controv�rsias.

    Mais tarde, a declara��o 4 tem sido alterada para uma nova, quando, ap�s uma s�rie de avalia��es mentais que algu�m poderia "mudar desexo".

    Mas inesperadamente TV/TG's n�o querem uma "mudan�a" de sexo!

    Eles amam os seus genitais, eles adoram a forma como funcionam, e continuar amando - o! E n�o querem mudar de jeiro nenhum! Chegam a ter horror s� em pensar!

    Em uma grada��o geral, eles est�o em uma esp�cie de "limbus", eles gostam de aparecer como as mulheres, sentir - se mais ou menos como as mulheres, mas preservam o amor aos genitais masculinos, al�m de alguns sentimentos muito masculinos! Muitas vezes sua sensibilidade e afetividade � muito masculina.

    Se desenvolvermos um estudo, e tra�armos a curva da incid�ncia (considerando os dados de incid�ncia publicados por Lynn Conway em 2002) versus a intensidade (considerando as medi��es de intensidade pelo instrumentos Gendercare MF9 e FM1), obtemos os dados de uma grada��o - que se mostra quase-linear numa plotagem log-log - o que significa um espectro de pot�ncia do tipo 1 / f, como mostra a figura seguinte:


    Considerando os pontos da esquerda para a direita, o primeiro representa o ponto HBS / TS (muito baixa incid�ncia e intensidade muito elevada), o segundo ponto � o correspondente aos dados TV/TG dados (alta intensidade, incid�ncia significativamente maior). Seguindo com a curva, no pr�ximo ponto vemos os CD's, com pequena intensidade e incid�ncia muito maior, e os dois pontos finais significam duas avalia��es, a de Lynn Conways j� citada e outra na Holanda em que aparecem as pessoas ditas "normais", com baix�ssima intensidade de algo inesperado e uma incid�ncia enorme.

    Novamente, em um ponto, quase todos os terapeutas sempre concordam: algu�m que gostaria de ter a "apar�ncia de pertencer ao outro sexo", teria necessariamente de ser realmente um "homossexual radical". Uma esp�cie de homossexual meio "est�pido" - para quem a ser um homossexual n�o seria o suficiente, a mudan�a do organismo para uma "apar�ncia de mulher" seria igualmente necess�ria, mesmo sem o radicalismo louco da "mudan�a de sexo".

    Ent�o, algu�m que mostra a necessidade de "se parecer com o sexo oposto", n�o sendo um "homossexual" seria realmente uma situa��o absolutamente inesperada! Seria uma tolice, uma esp�cie de "autoginefilia" ou uma esp�cie de "autoandrofilia" .

    Esses nomes me assustam um pouco, parecem mais complexos do que o que poderiam significar. Mas a realidade � bem outra! Perquisas desenvolvidas num estudo de doutorado em antropologia na Alemanha revelam que, em New York e na Alemanha, a maioria esmagadora dos TG's s�o ativos, ativo/passivos e heterosexuais! No Rio de Janeiro - essas 3 cidades foram pesquisadas e o pesquisador ent�o me visitou ent�o no Rio e me mostrou seus resultados - pela necessidade de viver pela prostitui��o esse quadro muda, e a maioria dos TG's se comportam como bisexuais ativos/passivos!

    Eles n�o parecem exatamente uns homossexuais tolos e radicais - mas viverem uma situa��o muito mais complexa do que essa!

    Todas estas reac��es e discuss�es se devem ao facto de que a identidade de g�nero n�o ser definida pelos genitais - nem pelos cromossomas, nem por qualquer outra causa simples - tipo uma causa - um efeito. Essa pretensa simplicidade tende a induzir ao erro os "peritos", at� hoje. Al�m disso, o que tamb�m � importante, a identidade de genero como mostramos mostra uma grada��o, e uma grada��o com caracter�sticas bem definidas e importantes!

    Os TG's mostram tamb�m, como os HBS / TS mostram, um problema f�sico na diferencia��o de g�nero no c�rebro?

    Ningu�m sabe certamente, mas pensamos que n�o necessariamente. Acreditamos que TG n�o � uma condi��o derivada da conforma��o desde a gesta��o, mas pode ser uma condi��o adquirida. Desde principalmente a mais tenra inf�ncia.

    Em nossa casu�stica, podemos reconhecer a maior parte do tempo, uma rela��o entre TG e situa��es de traumas precoces. N�o como dogma, por favor, mas como uma probabilidade.

    Obviamente, como um ponto m�dio, TG na nossa opini�o � uma condi��o mais dif�cil de tratar do que HBS / TS. Para HBS / TS, existe cura ap�s a completa harmoniza��o entre corpo, mente e inser��o social.

    Para o estado/condi��o TG/TV, tudo infelizmente � ainda muito mais dif�cil, uma vez que o diagn�stico, o tratamento, s�o poss�veis mas n�o vemos "cura", pois n�o h� "doen�a" para curar. O que h� � uma condi��o inesperada com a qual conviver.

    Um TG/TV pode "regredir" e deixar de ser TG/TV.? Certamente pode tentar, muitos dir�o que regrediram. At� que um dia - e esse dia pode acontecer a qualquer momento - de uma "reca�da" acontecer.

    Os traumas muito fortes e muito precoces "quebram" por dentro. O mesmo acontece com as DID's- dissociative identity disorders (transtornos de identidade dissociativa). Identidades multiplas. Casos parecidos podem se desenvolver.

    O importante � a sociedade estar preparada para aceitar essa condi��o, como um estado poss�vel, como uma forma natural e dar a estas pessoas a oportunidade de viverem honestamente como elas s�o. N�o podem sobreviver dignamente mais isolados em guetos, n�o mais no ostracismo sub-humano.

    Depois da transi��o - sempre parcial, uma TG tem o direito de viver, de trabalhar, de ter uma carreira profissional bem sucedida em todos os poss�veis e profiss�es. � esse o nosso objectivo.

    Sugerimos tamb�m consultar o artigo de Dra.Martha Freitas, do staff da Gendercare.com:

    2012 - FREITAS,MARTHA (Aka TORRES,WF)-Transg�neros (Travestilidades) in MINORIAS SEXUAIS, Direitos e Preconceitos editado por Dra. Tereza Vieira,Ph.D.-paginas 301-317 - Editora CONSULEX 2012

  • mfx or fmx test Caption here

    CD: CROSSDRESSING CD's não são um tão grande mistério.

    Por que alguém que tenha genitais normais com um típico desenvolvimento sexual se sentiria e auto - identificaria como pertencente ao mesmo sexo, mas às vezes gostando de mostrar características do outro sexo? Talvez tenha alguns desejos de ter transições suaves em partes do corpo, mas na maioria das vezes só tem intenção de usar maquiagem e roupas do sexo oposto.

    Brincadeira? Fetiche?

    Na maior parte do tempo, apreciam muito os próprios genitais e gostam muito de usá - lo, em relações sexuais com o mesmo sexo ou com o oposto ou ambos. De forma ativa, ativa passiva, mais raramente passiva.

    As variações são quase ilimitadas - como as causas são provavelmente muito variáveis.

    Alguns casos podem mostrar alguns componentes compulsivos, outros algumas características fetichistas bem caracterizadas.

    Psiquiatras e psicólogos concluiram: eles podem ter um problema mental! Eles podem não ter uma correcta percepção da REALIDADE!

    O que pode-se fazer para ajudar?

    Nós desenvolvemos um método simplificado de avaliação que pode ajudar, quando pretendem uma ligeira mudança no corpo sem prejudicar a função sexual masculina.

    A avaliação simplificada - que inclui a consulta inicial de anamnese e o teste MFX ou FMX, sem necessidade do MMPI - em consórcio com nossa orientação, no nosso entender, é a melhor opção para qualquer CD MtF que gostaria de ter um acompanhamento.

    Outros podem não necessitar de acompanhamento.

    Podemos ajudar também FtM's com a avaliação simplificada e com o Pacote-CD. Para eles, até agora não temos um tratamento especial para qualquer mudança suave de corpo, que possa ser controlada sem afetar a saúde sexual e geral.

  • mental screening Caption here

    IG: INTERGENDER ou ANDROGINOS (entre outras possiveis alternativas) . Interg�nero-IG � um conceito novo. Ele surgiu pelo que eu sei entre os membros da OII-Organiza��o Intersex Internacional, com sede no Canad�.


    As pessoas intersexuais, nascidas com uma VSD (varia��o de desenvolvimento sexual), s�bia denomina��o sugerida pelo professor Milton Diamond, Ph.D, com a qual n�s concordamos (n�s n�o concordamos com a denomona��o DSD - transtorno de desenvolvimento sexual - como proposto por uma auto - rotulada organiza��o que se auto-denomina "Consenso") podem desenvolver uma identidade interg�nero-IG - identidade de g�nero que n�o � tipicamente nem masculina nem feminina, pode ser hora uma hora outra, pode n�o ser nenhuma, pode ser ambas.

    Como nossos estudos sobre a din�mica do desenvolvimento da identidade de g�nero mostram, a identidade de g�nero se forma num espa�o virtualdiscreto mas n�o bipolar e simples, mas conforme um espectro de estados (ou condi��es ou atratores), sendo que os atratores bipolares s�o fortes e induzem estados de alta probabilidade, enquanto os outros estados s�o menos prov�veis, e muito mais raros.

    Pessoas que t�m um desenvolvimento sexual t�pico, considerado "normal", representam mais de 90% da humanidade - uma estado de alta probabilidade.

    Como desde a pr�-hist�ria a reprodu��o � uma quest�o fundamental na nossa sociedade - mesmo que a superpopula��o pelo homem hoje em dia possa contribuir para a destrui��o do planeta - essa concep��o sexista bin�ria � ainda importante para a maioria das pessoas e para a comunidade m�dica.


    Algumas (poucas) pessoas podem sentir e viver um inesperado desenvolvimento da auto-percep��o de g�nero e sentir que seu g�nero n�o est� em harmonia com sua designa��o sexual original (e seus genitais), mas querem ser inclu�dos em um t�pico sistema bin�rio de classifica��o, como HBS / TS ou FtM ou MtF. Geralmente os HBS / TS sentem a identidade de g�nero como bin�ria, mas em discord�ncia com a designa��o original baseada nos genitais.

    Por seu lado muitos transg�neros - TG percebem uma maior flexibilidade na identidade de g�nero, como n�o definitivamente M ou F, mas ainda dentro de um conceito em si, bin�rio.


    Crossdressers geralmente t�m uma diferencia��o genital t�pica, "normal", e geralmente tamb�m se enquadram bem num conceito bin�rio.

    Os indiv�duos intersexuais s�o mais prov�veis do que outros de serem suscept�veis de desenvolverem identidades de g�nero inesperadas ao longo do espectro de estados de g�nero no espa�o virtual que definimos entre os dois extremos representados por Masculino e Feminino.

    Alguns facilmente percebem em si mesmos uma identidade de g�nero facilmente fixada em uma extremidade ou outra como representadas por Masculino ou Feminino. Outros evidenciam desenvolver uma identidade de g�nero mais fluida, alguns rejeitando todas as defini��es bin�rias, como parte da sua pr�pria identidade.

    N�o podemos que existem in�meras causas que originam uma possibilidade intersexual, com caracter�sticas gen�ticas, end�crinas e complexas combina��es entre elas - o que pode determinar maior fixidex ou fluidez.

    Em outras palavras, casos de interg�nero existem, e � muito comum entre os intersexuais, e podem precisar de ajuda como qualquer outra pessoa, mas o que � mais importante � que eles precisam ver respeitada sua condi��o e serem abertamente saudados como parte da humanidade e uma parte importante - como eles s�o.

    John Money relatou uma s�rie de sucessos da sua "terapia do sexo de cria��o" quando considerou intersexuais (hermafroditas na linguagem dele). Ele considerou - generalizadando mais tarde o seu conceito - que crian�as intersexuais poderiam ser "manipuladas" para obedecer a um ou outro g�nero. Eles teriam a identidade de g�nero "l�bil" ou "fluida", e assim ele lhes "ensinaria" a se adaptarem em um ou outro polo - o mais conveniente e simples do ponto de vista familiar, m�dico e cirurgico.

    Temos raz�es para acreditar que algumas crian�as intersexuais podem realmente se sentir com uma identidade de g�nero mais l�bil/fluida do que outras pessoas. Temos os testemunhos de muitos pacientes nesse sentido, e de muitos colegas de OII-Organization Intersex International. Veja a pr�xima figura:



    No eixo horizontal vemos uma escala de 0 a 1.No eixo vertical vemos uma vari�vel P(x), que significa uma medida de probabilidades, que crescem perto do 0 e do 1, nos limites da escala horizontal. Essa figura mostra a distribui��o de probabilidads em um sistema ca�tico entre dois p�los - 0 e 1 - poderemos considerar M o valor 0 e F o limite 1 na escala horizontal. O sistema tende a ser mais est�vel - um aumento da probabilidade, perto dos p�los. Dessa forma, qualquer situa��o entre os polos, quando existe uma situa��o ca�tica (como as situa��es interg�nero - IG) � "l�bil!" como reagiam alguns pacientes intersexuais considerados por John Money!

    Isso significa que os resultados de John Money com esses pacientes n�o poderiam apoiar uma generaliza��o de seus conceitos. Esse foi um de seus muitos erros, pois pacientes intersexuais s�o muito especiais quanto ao desenvolvimento da identidade de g�nero devido a poderem ser "fluidos", e de forma alguma poderiam ter sido considerados para qualquer generaliza��o simplista sobre o assunto.

    Mas certamente nem todas as condi��es intersexuais terminam por definir uma identidade de g�nero l�bil. O assunto sendo muito complexo, n�o devemos dogmatizar sobre nada a respeito dese assunto.

    Ent�o, conhecendo essa complexidade toda, o que podemos fazer para ajud� - los?


    Realmente necessitam de ajuda?


    Definitivamente, a maioria deles n�o precisa de ajuda
    . Mas alguns poderiam precisar de alguma ajuda para compreender melhor a sua pr�pria identidade e dessa forma estar mais preparado(a) a ajustar - se �s press�es de de uma sociedade ainda muito r�gida em suas expectativas e em seus estere�tipos.


    Portanto, para aqueles que sentem que gostariam de saber algo mais e gostariam de compreender melhor a sua identidade g�nero, poderemos tentar ajud� - los(as).

    Propomos para isso a consulta inicial de anamnese e o teste MFX ou FMX. E discutiremos os resultados, e a partir da� veremos se poderemos ser uteis de mais alguma maneira.

  • about-me Caption here

    NOS : GIDNOS (GENDER IDENTITY DEVELOPMENT NOT OTHERWISE SPECIFIED Para a psiquiatria e psicologia, toda a diversidade de poss�vel vari�ncia de g�nero - todo desenvolvimento inesperado da identidade de g�nero - � considerado uma "desordem", um "transtorno mental".

    Assim sendo, sistematicamente � classificado no DSM - IV � da APA (nos USA, a mais influente associa��o de psiquiatras no mundo, muito influente na OMS-Organiza��o Mundial da Sa�de) como um transtorno mental.

    Consideramos que deva ser classificada como GIDNOS a �nica verdadeira situa��o em que poderemos considerar uma vari�ncia de g�nero o fruto de um poss�vel "transtorno mental".

    Portanto, n�s consideramos GID e GIDNOS sinonimos, e consideramos aplic� - las apenas para situa��es de extrema falta de possibilidade de exist�ncia de padr�es de desenvolvimento na forma��o da identidade de g�nero, avaliada por nossos testes MFX e FMX, quando nem um estado HBS / TS pode ser perfeitamente identificado e reconhecido, nem uma condi��o TG, nem CD, e para casos de intersexo, tamb�m uma condi��o IG n�o pode ser perfeitamente identificada e reconhecida.

    Quando n�o h� padr�es definidos, quando n�o existem desenvolvimentos inesperados mas desenvolvimentos dinamicamente desordenados, quando do estudo da identidade de genero atrav�s de nossos testes MFX ou FMX n�o conseguirmos identificar nenhuma assinatura mas apenas desordem, devemos considerar uma poss�vel real condi��o GID / GIDNOS.

    Este � o mais complexo e dif�cil estado para ser plenamente reconhecido, e certamente o estado que requer mais habilidade, sensibilidade e conhecimento para se prestar qualquer ajuda.

    A prescri��o de transi��o pode ser muito ben�fica para esses casos, pode ser uma forma de control�-los, mas muito cuidado deve ser tomado. De qualquer forma essa transi��o dever� necessariamente ser muito lenta, bastante limitada podendo sempre ser revers�vel, e deve-se sempre contar com um acompanhamento cont�nuo - com supervis�o face - a - face, sempre quando for poss�vel.

    Sobre GID / GIDNOS n�o consideramos generaliza��es. Cada paciente desenvolve uma determinada condi��o muito especial.

    Esses casos s�o extremamente raros - menos de 1% do total de casos de disforias de genero de qualquer especie.

  • about-me Caption here

    Important REMARKS about UNUSUAL GENDER SIGNATURES and GENDER STATE SPACE Let's go a little deeper now.

    Where forms in ourselves our gender identity? Based in which background? In which SPACE OF POSSIBLE STATES?

    We feel, we perceive, as if we live in an Euclidean space, a state space formed by real numbers.

    Where is our gender identity INSIDE THAT SPACE?

    NOWHERE and EVERYWHERE. Nowhere, because we may not say, my car is parked in the garage and i put my gender identity inside the refrigerator yesterday. No, my gender is in nowhere. Because it is everywhere, all the universe (really my mind-universe, the universe i perceive and where i exist) is full of my perception of my gender identity.

    So, the state space of my gender identity MAY NOT BE THAT EUCLIDEAN SPACE. If you have time, try to read this link ABOUT MIND. After you read it you will understand what I am talking about.

    The state space of the gender identity is another kind of space, we call Hilbert space. It is not formed by real numbers but complex vectors.

    So HOW COULD WE STUDY THAT SPACE?

    The best scientists in the world history, as Heisemberg, Bohr, Schrodinger, Von Neumann, Dirac and Richard Feynman did the big work for us, also with the help of Einstein and the great John Bell. Feynman did it, trough its diagrams. These diagrams are maps, where Feynmann change the state space to a Configuration space (a logical space of symbols), mapping what really happens in a Hilbert state space, as diahrams in a configuration space of REAL NJMBERS.

    Than it is much more easy for us to study REAL NUMBERS, configuration spaces, than complex vectors and tensors! We did try to do the same, following master Feynman and his ideas.

    Feynman did discover that way, sygnatures for quarks, bosons and leptons and a full pandemoniun of particles. Very complex ones, with matter and antimatter. Our work was much more easy and simple. 5 signatures to recognize. No antimatter nor phantoms Not so complex.

    We did it.

    . Yes, Feynman and we, we did all, at a distance.

free counters