Quem � voc�, Disf�ric@ de G�nero

  • Ser disf�ric@ de g�nero n�o � f�cil. � muito sofrido. Para crian�as, jovens adultos e pessoas maduras e de terceira idade.

  • No sofrimento ria, ria muito. N�o leve o sofrimento a s�rio. O sofrimento ou a gente ri dele, ou ele nos destr�i.

  • Nem todo disf�rico de g�nero � homossexual. Homossexualidade � dire��o, orienta��o de relacionamento. Disforia de g�nero est� relacionada ao se perceber a si mesm@.

  • Nem tod@ disf�rico de genero padece de problema mental. Na realidade raramente padecem de problemas mentais.

  • N�o existe um transtorno mental espec�fico que leve a uma disforia de genero. O "transtorno de identidade de G�nero" foi uma fic��o criada pelos psiquiatras norte-americanos - mas j� est�o a voltar atr�s - mesmo que tardiamente.

  • Por outro lado, o sofrimento intenso causado pela disforia de genero pode gerar fragilidades mentais, que precisam ser diagnosticadas e acompanhadas.Essas fragilidades adquiridas como consequencia, s�o razoavelmente frequentes e sempre precisam ser investigadas para n�o se colocar durante a transi��o @ paciente em risco.

  • Por isso tod@ disf�ric@ que desejar mudan�as corporais significativas e intensas, mesmo que eventualmente revers�veis, precisam de um screening mental, por via das d�vidas, para a prote��o da pr�pria pessoa.

  • Pode-se fazer tudo com rapidez, simplicidade e mesmo avalia��es � distancia - pois os disf�ricos salvo evid�ncia em contr�rio - � mentalmente s�o e fisicamente s�o - apesar de viver uma desarmonia interna devido � diversidade humana, gerada na natureza que em si � sempre diversa.

  • Existe todo um espectro de grada��es de disforias de genero - onde se sobressaem condi��es t�picas - como crossdressers ou transformistas - que s� querem se vestir e maquear de vez em quando; ou pessoas Transgeneros (ou Travestis no Brasil), que querem mudan�as corporais importantes e permanentes, mesmo que n�o completas; e casos extremos, ou Transexuais (tamb�m conhecidos como Sindrome de Benjamin), que desejam a completa e absoluta transi��o, inclusive genital;

  • Dentre essas grada��es tipicas, existem subgrupos, por exemplo crossdressers que querem um pouquinho de mudan�as corporais sem altera��o de sua fun��o sexual, ou transgeneros que querem manter os genitais mesmo inativos, ou outros que os querem ativos, e dentre as pessoas transsexuais existem inumeras gradua��es e nuances. A diversidade � muito rica em possibilidades, sempre, na natureza.

  • � importante compreender quem somos e de onde viemos.Somos criaturas, organismos complexos, mam�feros e primatas, desenvolvidos evolutivamente e naturalmente no planeta Terra. Somos primatas diferenciados, mas primatas. Por esse fato, a natureza gera em n�s, como em todos os outros organismos, uma diversidade intrinseca do nosso processo de existencia, e sempre devemos respeitar esse processo.

  • Os primatas humanos, como parte desse processo natural de seu desenvolvimento desenvolvem familias, culturas, cultos, cren�as e ideologias, derivadas sempre de sua inser��o na natureza como pertencente primata, entre os mamiferos.Dentre as muitas diversidades - naturais - humanas, se encontra a diversidade das identidades de genero, independentemente da conforma��o genital, da cultura e do meio social.

  • A identidade de genero deriva do c�rebro. � nas regi�es basais do c�rebro primata - em sistemas que s�o comuns a primatas humanos e n�o-humanos - que se forma a parte central, o CERNE da identidade de genero. Esse cerne ser� MODULADO pelo meio, pela cultura, pela VIDA, modulado mas n�o construido ou destruido.

  • Toda avalia��o (diagn�stico ou reconhecimento) de uma condi��o de disforia de g�nero deve ter por base reconhecer como o c�rebro foi conformado - por genes e hormonios durante a gesta��o - pois nos primatas � na gesta��o que esses circuitos basais se amoldam.

  • A� vem a pergunta: como sobreviver, o que fazer, o que pode e deve ser feito, o que n�o se deve fazer?

    E nessa situa��o a gente pensa: Me vi enrolad@ numa teia do destino - se � que isso existe - e tudo me parece t�o dificil!!!

    Vamos procurar desenvolver aqui, com o tempo um manual de sobrevivencia - num mundo t�o cruel como o nosso.

    Lembre-se:

    Antes de voc� ser um ser humano incomum - voc� � um ser humano . Seja um bom ser humano. - e voc� vai sobreviver mais facilmente entre os seres humanos

    Desenvolva-se como um ser humano! . Trabalhe e estude muito - um diploma de faculdade boa, pelo menos, � importante para pessoas incomuns se firmarem. Se poss�vel, um mestrado. e doutorado. tamb�m ir�o ajudar a viver com respeito e dignidade.

    Fa�a o seu melhor esfor�o para n�o ser vist@ como um objeto sexual . Voc� n�o � um objeto, voc� � um ser humano, com todos os pontos fortes e fracos da nossa esp�cie.

    Voc� n�o � mais nem menos que qualquer outro ser humano . Incomuns t�m a mesma origem, os mesmos genes, a mesma dignidade e estrutura que qualquer outro ser humano tem. Voc� n�o � mais do que qualquer outro -, nem inferior a qualquer outro ser humano

    Respeite para ser respeitad@! . E ser respeitad@ e respeitar � o m�nimo que precisamos exigir de nossa sociedade -. de qualquer e de todas as sociedades humanas

    Desenvolver-se o melhor que puder - profissionalmente e academicamente � importante. Esta condi��o vai fazer os outros mais facilmente respeit�-l@.

    Lembre-se - o respeito todo ser humano merece . E n�o somente os seres humanos, mas todos os organismos da natureza merecem respeito.

    O que N�O FAZER

    N�o "querer aparecer". Ser discret@ - em qualquer idade - � sempre bom para uma pessoa "incomum". Ser discret@ no vestir, no se manifestar, no falar. Essa � uma boa politica de sobrevivencia - procurar passar desapercebid@.

    N�o agredir seus genitais, por mais desagradaveis que possam ser. Qualquer cirurgia reparadora de sua condi��o no futuro, para ter qualidade, exigir� seus tecidos genitais originais s�os, saudaveis e com saude. Seus nervos e vasos , a pele, ser�o usados. E devem estar �ntegros e com sa�de;

    N�o abrir m�o de seu prazer sexual. N�o � porque seus genitais n�o s�o como voc� gostaria que fossem, ou que outras partes de seu corpo desagradem, que n�o ter� prazer sexual. O prazer sexual � BOM para o ser humano. Aprenda a usar o que tem para o seu prazer e para o prazer de quem voc� ama - e se seu corpo n�o ajuda, procure us�-lo - sem prejudicar seus tecidos genitais - a favor de si mesm@.

    N�o transicionar sem orienta��o, sem uma avalia��o - r�pida e efetiva se possivel - para n�o correr riscos de cometer erros graves que alterar�o e ter�o consequencias para toda sua vida. S� com uma orienta��o segura voc� caminhar� de forma mais rapida e segura rumo a seus objetivos;

    Nunca usar silicone liquido industrial, "bombado" aos litros - isso pode matar, mutilar, certamente o liquido vai migrar, e com o tempo provocar dores, ematomas, deforma��es, se n�o ocasionar antes coisas piores; E retirar o silicone depois � muito dificil, muitas vezes impossivel;

    N�o injete nada no rosto, labios e bochechas para ficar mais "feminina". Corre o risco de ficar caricata e n�o feminina;

    Nunca tome hormonios por conta propria. Sem avaliar sua condi��o geral de saude, geralmente em quantidades absurdamente altas. Isso pode matar, dar um AVC, uma trombose ou tromboflebite. Gerar problemas hep�ticos e renais graves;

    Nunca se baseie e se compare com outr@s menin@s. Cada pessoa tem sua estrutura fisica e mental propria, mesmo cultural e familiar. N�o se compare, isso s� vai atrapalhar;

    N�o procure "dicas" gratuitas de amig@s e internet. Essas "dicas" podem te levar por caminhos de muito perigo. Procure quem entende profissionalmente do assunto e pode te ajudar.

    Meninos FtMs devem evitar um f�rmaco de longa dura��o chamado Nebido - no inicio da transi��o, antes de haver testado sua rea��o fisica e principalmente psiquica, aos T-shots. S� depois de ter o equilibrio psiquico com os T shots ap�s meses de transi��o, se deve pensar em T de longa dura��o.

    O que os PAIS n�o devem fazer

    Nunca agrida seu filho FtM ou filha MtF. Nem fisica, nem psiquica, nem verbalmente. Respeitem para serem respeitados. A voc�s - mais velhos, cabe demonstrar respeito primeiro.

    N�o queiram impor a seus filhos, seus pontos de vista. Voc�s envelhecem e passam, e eles ficar�o com os problemas. Deixem que eles se mostrem e pe�am ajuda com toda liberdade - sabendo que ser�o ouvidos e respeitados. E ent�o fa�am o seu melhor e ajudem COMO ELES PRECISAM E QUEREM SER AJUDADOS.

    Nunca duvide de seu filho FtM ou filha MtF quando querem falar dessas coisas. � a vida deles que est� em jogo. Nunca despreze os problemas de seus filhos.

    Nunca desrespeite seu filho FtM, chamando-o de menina ou filha. E o mesmo com rela��o � menina MtF. Nunca a desrespeite, chamando-a de menino.

    O que voc� n�o deve tolerar em seu m�dico, terapeuta ou psic�logo

    Nunca aceite que seu m�dico ou psicologo @ ridicularize. Corrija-o se usar os pronomes errados. Corrija-o se ele @ considerar necessariamente uma pessoa estereotipada "gay" ou "l�sbica" ou algo similar.

    Nunca tenha medo do profissional que deveria compreender quem voc� � se ele se nega a compreender. Respeite-o mas exija dele o mesmo respeito para com voc�.

    Exija de seu m�dico ou psic�logo, CONHECIMENTO sobre as pessoas incomuns de genero. Se ele se prender a burocracias ou conceitos antiquados, procure o mais rapido possivel outro profissional.

    Se seu terapeuta ou psicologo sugerir acompanhamentos longos e intermin�veis, meses e anos de bla-bla-bl� intermin�vel, livre-se dele assim que puder.

    Cuidado com a qualidade das Cirurgias SRS

    A cirurgia SRS MtF e FtM � como o wisky - a gente s� conhece algum tempo depois A boa cirurgia MtF se conhece meses depois, ap�s as devidas dilata��es est�ticas e dinamicas, quando voc� for se relacionar com seu namorado seis meses ap�s sua cirurgia

    Se seu cirurgi�o SRS MtF n�o fala nada de dilata��o, e diz que n�o precisa ou n�o � importante, cuidado. Se ainda tiver chance, n�o opere com ele, pois ele demonstra ignorancia sobre o que ele estar� fazendo.

    Cuidado pois no Brasil alguns cirurgi�es aindam cortam nervos vitais para sua sensibilidade e possibilidade org�smica futura. Converse antes da cirurgia com seu cirurgi�o sobre esses detalhes. Se ele demonstrar que isso n�o � importante, procure outro cirurgi�o.

    Entre uma cirurgia mal feita e cirurgia nenhuma, � melhor nao fazer cirurgia nenhuma e esperar uma bem feita.

    Como tudo no mundo o barato pode sair muito caro quando se fala de cirurgias para pessoas incomuns. Cuidado.

    Metaioidioplastias para FtMs? Hoje s� no exterior. Cuidado.

    O que voc� deve e n�o deve fazer ap�s uma SRS MtF de qualidade

    Se seu cirurgi�o � um bom cirurgi�o ele deve orientar todos os procedimentos ap�s a cirurgia, quanto aos cuidados de higiene, sua dilata��o, como aprender a usar sua sensibilidade e como vir a ter uma vida normal.

    Se ele n�o falar sobre essas coisas, nos procure na Gendercare e poderemos orient�-la sobre tudo isso.

    Nunca deixe de dilatar como orientado pelo bom cirurgi�o ou pela Gendercare

    Nunca tenha rela��o antes de autorizada por seu cirurgi�o ou pela Gendercare

    Aten��o - nossa sugest�o para ajudarmos voc� na Gendercare

    A cl�nica Gendercare.com em Lingua Portuguesa desenvolve pela internet sua avalia��o completa, atrav�s de 4 etapas:

    1. Uma consulta que chamamos de "anamnese" por emails, para conhecermos sua hist�ria de vida;

    2. Um teste de Identidade Inesperada, MFX para MtF's e FMX para FtM's, online;quando procuramos decifrar como foi amoldado seu c�rebro basal durante sua gesta��o;

    3. Uma pr�-avalia��o mental, por um screening mental online.

    4. Relat�rio Diagnostico final


    Qualquer d�vida entre em contato conosco.

    N�o residentes no Brasil podem iniciar a avalia��o clicando no menu ao lado no link Inicio da Avalia��o.

    Residentes no Brasil, por favor entrem em contato conosco ou sigam estas instru��es.

    Obrigado.

    Acesso online internacional


    Como ajudamos CD's

    Se voc� � CD e quer pequena altera��o natural no corpo sem afetar sua a��o sexual, podemos ajudar

    Como ajudamos travestis

    Travestis desejam grandes mudan�as corporais - de dificil revers�o. Por isso precisam de uma avalia��o completa, e podemos ajudar muito na sua transi��o, para que mantenha sua saude fisica, mental e sexual.

    Transexuais

    Transexuais precisam da avalia��o completa em 4 passos de forma obrigatoria, e podemos orientar a transi��o e agendar sua SRS e autoriza-la no mundo todo com nossa referral letter. Temos um pacote com desconto se voc� j� estiver transicionada.
    SE EST� PRONTA PARA A SRS MtF conhe�a nosso SRSThaiPack AQUI!

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