Interg�nero - IG - derivado ou n�o de Intersexo

Interg�nero-IG � um conceito novo. Ele surgiu pelo que eu sei entre os membros da OII-Organiza��o Intersex Internacional, com sede no Canad�.


As pessoas intersexuais, nascidas com uma VSD (varia��o de desenvolvimento sexual), s�bia denomina��o sugerida pelo professor Milton Diamond, Ph.D, com a qual n�s concordamos (n�s n�o concordamos com a denomona��o DSD - transtorno de desenvolvimento sexual - como proposto por uma auto - rotulada organiza��o que se auto-denomina "Consenso") podem desenvolver uma identidade interg�nero-IG - identidade de g�nero que n�o � tipicamente nem masculina nem feminina, pode ser hora uma hora outra, pode n�o ser nenhuma, pode ser ambas.

Como nossos estudos sobre a din�mica do desenvolvimento da identidade de g�nero mostram, a identidade de g�nero se forma num espa�o virtualdiscreto mas n�o bipolar e simples, mas conforme um espectro de estados (ou condi��es ou atratores), sendo que os atratores bipolares s�o fortes e induzem estados de alta probabilidade, enquanto os outros estados s�o menos prov�veis, e muito mais raros.

Pessoas que t�m um desenvolvimento sexual t�pico, considerado "normal", representam mais de 90% da humanidade - uma estado de alta probabilidade.

Como desde a pr�-hist�ria a reprodu��o � uma quest�o fundamental na nossa sociedade - mesmo que a superpopula��o pelo homem hoje em dia possa contribuir para a destrui��o do planeta - essa concep��o sexista bin�ria � ainda importante para a maioria das pessoas e para a comunidade m�dica.


Algumas (poucas) pessoas podem sentir e viver um inesperado desenvolvimento da auto-percep��o de g�nero e sentir que seu g�nero n�o est� em harmonia com sua designa��o sexual original (e seus genitais), mas querem ser inclu�dos em um t�pico sistema bin�rio de classifica��o, como HBS / TS ou FtM ou MtF. Geralmente os HBS / TS sentem a identidade de g�nero como bin�ria, mas em discord�ncia com a designa��o original baseada nos genitais.

Por seu lado muitos transg�neros - TG percebem uma maior flexibilidade na identidade de g�nero, como n�o definitivamente M ou F, mas ainda dentro de um conceito em si, bin�rio.


Crossdressers geralmente t�m uma diferencia��o genital t�pica, "normal", e geralmente tamb�m se enquadram bem num conceito bin�rio.

Os indiv�duos intersexuais s�o mais prov�veis do que outros de serem suscept�veis de desenvolverem identidades de g�nero inesperadas ao longo do espectro de estados de g�nero no espa�o virtual que definimos entre os dois extremos representados por Masculino e Feminino.

Alguns facilmente percebem em si mesmos uma identidade de g�nero facilmente fixada em uma extremidade ou outra como representadas por Masculino ou Feminino. Outros evidenciam desenvolver uma identidade de g�nero mais fluida, alguns rejeitando todas as defini��es bin�rias, como parte da sua pr�pria identidade.

N�o podemos que existem in�meras causas que originam uma possibilidade intersexual, com caracter�sticas gen�ticas, end�crinas e complexas combina��es entre elas - o que pode determinar maior fixidex ou fluidez.

Em outras palavras, casos de interg�nero existem, e � muito comum entre os intersexuais, e podem precisar de ajuda como qualquer outra pessoa, mas o que � mais importante � que eles precisam ver respeitada sua condi��o e serem abertamente saudados como parte da humanidade e uma parte importante - como eles s�o.

John Money relatou uma s�rie de sucessos da sua "terapia do sexo de cria��o" quando considerou intersexuais (hermafroditas na linguagem dele). Ele considerou - generalizadando mais tarde o seu conceito - que crian�as intersexuais poderiam ser "manipuladas" para obedecer a um ou outro g�nero. Eles teriam a identidade de g�nero "l�bil" ou "fluida", e assim ele lhes "ensinaria" a se adaptarem em um ou outro polo - o mais conveniente e simples do ponto de vista familiar, m�dico e cirurgico.

Temos raz�es para acreditar que algumas crian�as intersexuais podem realmente se sentir com uma identidade de g�nero mais l�bil/fluida do que outras pessoas. Temos os testemunhos de muitos pacientes nesse sentido, e de muitos colegas de OII-Organization Intersex International. Veja a pr�xima figura:



No eixo horizontal vemos uma escala de 0 a 1.No eixo vertical vemos uma vari�vel P(x), que significa uma medida de probabilidades, que crescem perto do 0 e do 1, nos limites da escala horizontal. Essa figura mostra a distribui��o de probabilidads em um sistema ca�tico entre dois p�los - 0 e 1 - poderemos considerar M o valor 0 e F o limite 1 na escala horizontal. O sistema tende a ser mais est�vel - um aumento da probabilidade, perto dos p�los. Dessa forma, qualquer situa��o entre os polos, quando existe uma situa��o ca�tica (como as situa��es interg�nero - IG) � "l�bil!" como reagiam alguns pacientes intersexuais considerados por John Money!

Isso significa que os resultados de John Money com esses pacientes n�o poderiam apoiar uma generaliza��o de seus conceitos. Esse foi um de seus muitos erros, pois pacientes intersexuais s�o muito especiais quanto ao desenvolvimento da identidade de g�nero devido a poderem ser "fluidos", e de forma alguma poderiam ter sido considerados para qualquer generaliza��o simplista sobre o assunto.

Mas certamente nem todas as condi��es intersexuais terminam por definir uma identidade de g�nero l�bil. O assunto sendo muito complexo, n�o devemos dogmatizar sobre nada a respeito dese assunto.

Ent�o, conhecendo essa complexidade toda, o que podemos fazer para ajud� - los?


Realmente necessitam de ajuda?


Definitivamente, a maioria deles n�o precisa de ajuda
. Mas alguns poderiam precisar de alguma ajuda para compreender melhor a sua pr�pria identidade e dessa forma estar mais preparado(a) a ajustar - se �s press�es de de uma sociedade ainda muito r�gida em suas expectativas e em seus estere�tipos.


Portanto, para aqueles que sentem que gostariam de saber algo mais e gostariam de compreender melhor a sua identidade g�nero, poderemos tentar ajud� - los(as).

Propomos para isso a consulta inicial de anamnese e o teste MFX ou FMX. E discutiremos os resultados, e a partir da� veremos se poderemos ser uteis de mais alguma maneira.

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