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Estratégia Gendercare da Borboleta

Os SOC 6th de 2001 da HBIGDA/WPATH sugere para a transição transexual (HBS/TS) antes de uma cirurgia de redesignação sexual - SRS e após o diagnóstico - um período de 1 a 2 anos de radical exposição social do transexual em transição - o chamado Teste da Vida Real no gênero desejado (RLE-real life experience).

O período de transição é bem difícil e às vezes cheio de possíveis situações traumáticas e humilhantes para transexuais jovens nas escolas e dentro de casa, e mesmo para aqueles mais maduros no trabalho e em sua vida social.

O que a Gendercare pensa do Teste de Vida Real - RLE

Expor-se desnecessariamente é mesmo importante ou é um vestígio de antigos tabus e exclusões inconscientes determinadas por terapeutas inseguros contra o transexual coagido, obrigado a se submeter ao impactante "Teste da Vida Real" (RLE), muitas vezes em situações que o colocarão em desvantagem profissional?

Quem passa por uma transição sabe o que acontece com seu corpo. Contudo, colegas, amigos, vizinhos e conhecidos não precisam saber até que se sinta preparado(a) para revelar. É importante ter certeza de sua própria realidade para evitar sofrimentos desnecessários.

Transicionando como uma borboleta

O que a Gendercare faz então para não expor as fragilidades e adversidades do paciente perante todas as pessoas durante o tempo em que durar a transição?

A Gendercare criou uma solução mais criativa para essa situação.

Para casos em que essa estratégia RLE não é nem razoável nem necessária, a Gendercare criou uma estratégia alternativa para transexuais MtF em transição, que chamamos de Estratégia da Borboleta.

Saindo aos poucos do casulo


Após o diagnóstico completo, para casos em que essa estratégia de "Teste da Vida Real" não é razoável nem necessária, a Gendercare sugere uma estratégia alternativa, principalmente para transexuais MtF (de Homem para Mulher). Essa forma de transição é denominada "Estratégia da Borboleta".

Para muitas pessoas é importante fazer a transição dentro de um casulo social e existencial, como uma proteção contra qualquer agressão do ambiente e da sociedade e contra todo possível ostracismo acadêmico e profissional, além de outros aspectos de exclusão de uma sociedade que se considera "normal". Obviamente que, como toda borboleta, ela terá de ser inteligente para não ser "fisgada" por qualquer caçador, que a queira capturar e condená-la ao ostracismo.

O importante é usar o tempo da transição e se preparar acadêmica e profissionalmente para enfrentar uma nova vida no mercado de trabalho, talvez uma nova carreira. Um ou dois anos mais tarde - que é o tempo que o corpo precisa para uma transição completa - e após a mais perfeita Cirurgia de Redesignação de Sexo - CRS (=SRS), a paciente deixa o casulo e renovada como uma borboleta pode começar a voar publicamente, como uma situação normal vivida por qualquer mulher.

Bem preparada com a ajuda da Gendercare, ela sedimentou o terreno para a vida no gênero em que se sente em harmonia consigo mesma para viver uma vida integrada, produtiva e com dignidade.

É esse o objetivo da Estratégia da Borboleta, tipo de transição aplicada exclusivamente pela Gendercare, que se preocupa com o bem-estar de seus pacientes do começo ao fim.

Para mais informações, contate nossa clínica.

Preparada para voar



Como todas as borboletas, ela terá de ser inteligente, para não ser fisgada por qualquer atrator de borboletas, que as querem matar e colocar num museu, ou que as quer prender.

Pelo contrario, inteligente, ela preparou o terreno para a vida no gênero em que se sente em harmonia consigo mesma - para viver uma vida integrada e produtiva, com dignidade. Esse é o objetivo da estratégia da borboleta - que muitos não compreendem, e que a sociedade insiste em procurar impedir, querendo manter pessoas harmonizadas no ostracismo profissional e social.

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